sábado, 21 de fevereiro de 2009
Multinacionais cortam propaganda de alimentos para crianças
Indústrias multinacionais de alimentos que atuam no Brasil decidiram extinguir propagandas e atividades de marketing para o público infantil. É o que informa uma reportagem da repórter Cristiane Barbieri, do jornal Folha de São Paulo, publicada no último sábado (17). "Entre as determinações, não haverá mais nenhum tipo de propaganda ou atividade de marketing para crianças de até seis anos. Nesse caso, as campanhas serão dirigidas a seus pais. Já para os maiores de seis anos, as informações transmitidas enfatizarão o uso de dietas balanceadas e saudáveis", informa a Folha. Segundo a reprtagem, "a iniciativa entra em vigor agora e foi tomada após a assinatura do termo de compromisso europeu EU-Pledge, em 2007, cuja intenção é fazer com que as empresas se comuniquem de forma mais responsável com as crianças". A Folha informou que esse compromisso foi assinado por onze grandes empresas: Nestlé, Coca-Cola, Pepsi, Danone, Kellogg's, Kraft, Unilever, Burger King, Ferrero,Mars e General Mills. A reportagem afirma que "a iniciativa é uma resposta às pressões que a indústria alimentícia tem enfrentado com relação a sua comunicação em todo o mundo". A idéia de regulamentação da publicidade de alimentos para crianças foi uma das diversas propostas extraídas da III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em julho de 2006, em Fortaleza. Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu consulta pública 71/06, para receber contribuições acerca da regulamentação da publcidade de alimentos. A consulta chegou a ser prorrogada e, ao final, recebeu 254 manifestações, encaminhadas por 248 contribuintes. Na reportagem do último sábado, o jornal avaliou que "o temor das empresas é de que a regulamentação rígida a ponto de banir a propaganda de alimentos, a exemplo do que aconteceu com os cigarros". "As mudanças são uma resposta à iniciativa da Anvisa", diz João Mattar, professor de marketing da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), ouvido pelo jornal. "Se as empresas não se mobilizarem, acabarão pressionadas por outros setores da sociedade, que interferirão de maneira mais radical", avaliou. Outra fonte ouvida pela reportagem da Folha foi Laís Fontenele Pereira, coordenadora do projeto Criança e Consumo, do Instituo Alana. Segundo ela, a mudança é um avanço, mas ainda há muito a ser feito. "Seria melhor se suspendesse a publicidade até os 12 anos, e não só até os seis anos", avaliou ela.Assessoria de Comunicação(61) 3411.3349 / 2747 www.presidencia.gov.br/consea ascom@consea.planalto.gov.br
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Cálcio X Obesidade
O cálcio é extremamente importante para o organismo, pois age como mensageiro no nosso corpo, o que permite que as células respondam a diversos estímulos. Além disso, faz parte da mineralização óssea, ativa enzimas e auxilia na hidrólise (quebra) de nutrientes, participa da contração muscular e também auxilia no tratamento e prevenção da obesidade. As principais fontes de cálcio são: gergelim, amêndoas, melado, soja, vegetais verdes folhosos escuros, tofu, feijões, brócolis entre outros.
O cálcio está relacionado com o controle do peso corporal da seguinte forma: o aumento do consumo de cálcio diminui o hormônio PTH e a vitamina D, substâncias essas que diminuem a concentração de cálcio dentro da célula facilitando a quebra de gordura corporal, e auxiliando o emagrecimento. Assim como o contrário é verdadeiro, a deficiência de cálcio pode levar a formação de gordura corporal.
Outro fator que pode fazer com que o cálcio intracelular favoreça o acúmulo de gordura é a deficiência de magnésio, sendo que a maioria das pessoas consome poucas fontes deste mineral (presente na semente de abóbora, amêndoas, avelã, castanha-do-Brasil, caju, tofu, amendoim, nozes, pistache, melado, semente de girassol, chocolate sem açúcar, acelga cozida, alcachofra inteira cozida, espinafre, feijão preto, quiabo, etc.) Mas cuidado, todo excesso é prejudicial, inclusive de cálcio, pois o excesso pode levar a problemas renais e desequilíbrio com outros minerais, prejudicando a saúde como um todo.
É importante lembrar também que o emagrecimento depende de inúmeros fatores. Por exemplo, o leite de vaca que muitas pessoas usam pra obter cálcio, está bastante associado com hipersensibilidade alimentar, apesar de a maioria das pessoas não saber que possuem esta sensibilidade. O consumo deste alimento e seus derivados pode estar associado com rinites, sinusites, bronquites, celulites, dores de cabeça, depressão entre outros, em pessoas sensíveis. Nestes casos temos o aumento da inflamação no organismo que leva a um estado conhecido como resistência à insulina, que prejudica o emagrecimento. Assim, apesar de conter cálcio, em pessoas com hipersensibilidade o cálcio do leite não terá esse efeito benéfico na regulação do peso corporal. Portanto, a individualidade bioquímica deve ser avaliada por um nutricionista capacitado, e é neste sentido que a Nutrição Funcional vem trabalhando.
Algumas dicas para aumentar o consumo e a absorção de cálcio:- Diminuir a ingestão de sal: cada 500mg de sódio, excretam 10mg de cálcio e 1g de sódio excreta de 20 a 40 mg de cálcio.- Não consuma proteínas em excesso: cada grama de proteína excreta 1,75mg de cálcio.- Cuidado com o excesso de gordura: pode aumentar excreção de cálcio.- Excesso de cafeína: diminui a retenção de cálcio no organismo de pessoas com dieta pobre em cálcio e aumenta a excreção de cálcio em mulheres na menopausa.- Evitar ingerir fontes de cálcio com excesso de ferro porque estes nutrientes interagem entre si, diminuindo a absorção do cálcio.- Evitar consumir fontes de oxalato, por exemplo, o chocolate, no mesmo horário que as fontes de cálcio, pois eles se ligam e são excretados nas fezes, diminuindo seu aproveitamento.- Tenha uma alimentação equilibrada, pois a ação em conjunto dos nutrientes é que vai fazer o cálcio ser bem aproveitado e realizar suas funções.
O cálcio está relacionado com o controle do peso corporal da seguinte forma: o aumento do consumo de cálcio diminui o hormônio PTH e a vitamina D, substâncias essas que diminuem a concentração de cálcio dentro da célula facilitando a quebra de gordura corporal, e auxiliando o emagrecimento. Assim como o contrário é verdadeiro, a deficiência de cálcio pode levar a formação de gordura corporal.
Outro fator que pode fazer com que o cálcio intracelular favoreça o acúmulo de gordura é a deficiência de magnésio, sendo que a maioria das pessoas consome poucas fontes deste mineral (presente na semente de abóbora, amêndoas, avelã, castanha-do-Brasil, caju, tofu, amendoim, nozes, pistache, melado, semente de girassol, chocolate sem açúcar, acelga cozida, alcachofra inteira cozida, espinafre, feijão preto, quiabo, etc.) Mas cuidado, todo excesso é prejudicial, inclusive de cálcio, pois o excesso pode levar a problemas renais e desequilíbrio com outros minerais, prejudicando a saúde como um todo.
É importante lembrar também que o emagrecimento depende de inúmeros fatores. Por exemplo, o leite de vaca que muitas pessoas usam pra obter cálcio, está bastante associado com hipersensibilidade alimentar, apesar de a maioria das pessoas não saber que possuem esta sensibilidade. O consumo deste alimento e seus derivados pode estar associado com rinites, sinusites, bronquites, celulites, dores de cabeça, depressão entre outros, em pessoas sensíveis. Nestes casos temos o aumento da inflamação no organismo que leva a um estado conhecido como resistência à insulina, que prejudica o emagrecimento. Assim, apesar de conter cálcio, em pessoas com hipersensibilidade o cálcio do leite não terá esse efeito benéfico na regulação do peso corporal. Portanto, a individualidade bioquímica deve ser avaliada por um nutricionista capacitado, e é neste sentido que a Nutrição Funcional vem trabalhando.
Algumas dicas para aumentar o consumo e a absorção de cálcio:- Diminuir a ingestão de sal: cada 500mg de sódio, excretam 10mg de cálcio e 1g de sódio excreta de 20 a 40 mg de cálcio.- Não consuma proteínas em excesso: cada grama de proteína excreta 1,75mg de cálcio.- Cuidado com o excesso de gordura: pode aumentar excreção de cálcio.- Excesso de cafeína: diminui a retenção de cálcio no organismo de pessoas com dieta pobre em cálcio e aumenta a excreção de cálcio em mulheres na menopausa.- Evitar ingerir fontes de cálcio com excesso de ferro porque estes nutrientes interagem entre si, diminuindo a absorção do cálcio.- Evitar consumir fontes de oxalato, por exemplo, o chocolate, no mesmo horário que as fontes de cálcio, pois eles se ligam e são excretados nas fezes, diminuindo seu aproveitamento.- Tenha uma alimentação equilibrada, pois a ação em conjunto dos nutrientes é que vai fazer o cálcio ser bem aproveitado e realizar suas funções.
Nutricao e estética-A Nutricao pode retardar o envelhecimento?
O envelhecimento da pele ocorre devido a fatores genéticos e a fatores ambientais, sendo que a alimentação é a opção mais facilmente modificável, que pode auxiliar a combater os radicais livres produzidos pelo estresse do nosso dia-a-dia.
Dependendo do estilo de vida que temos, produzimos cada vez mais radicais livres e o excesso desta produção danifica as células do nosso corpo, inclusive as células da pele, levando ao envelhecimento.
Sendo assim, a alimentação é muito importante para combater o envelhecimento, tanto dos nossos órgãos, quanto da nossa pele. Isto ocorre porque a produção de radicais livres é reduzida quando você retira da alimentação substâncias que aumentam a sua produção, como por exemplo aditivos químicos como corantes, conservantes, emulsificantes, acidificantes e muitos outros, excesso de gorduras saturadas e trans ou ainda alimentos com calorias vazias, ou seja, possuem calorias mas não outros nutrientes benéficos. Estas substâncias são encontradas em grande quantidade em produtos industrializados de uma maneira geral e fast foods.
Além disso, através de uma alimentação adequada, nossas células irão receber os nutrientes que vão neutralizar a ação negativa dos radicais produzidos por qualquer causa, seja pela poluição, excesso de atividade física, estresse, ou mesmo os danos provocados pelos radicais produzidos normalmente pelo nosso organismo. Desta forma a alimentação efetivamente pode diminuir o risco do desenvolvimento envelhecimento precoce.
Além deste benefício, não só a pele ficará mais bonita, assim como haverá um bom funcionamento de todo seu organismo, então, se alimentar bem trará ainda mais disposição e bem-estar e te proporcionará um equilíbrio orgânico em que você se sentirá melhor como um todo, diminuindo o risco inclusive de doenças mais graves como diabetes, doenças cardíacas, câncer, ou mesmo um intestino preso. E este estado vai facilitar uma vida sem estresse e com maior ânimo para práticas esportivas, melhorando ainda mais a saúde e a pele.
Este benefício será proporcionado quando estes alimentos benéficos são ingeridos em equilíbrio nas refeições durante o dia. Isto ocorre porque nosso organismo é dinâmico, portanto devemos nutrir nossas células freqüentemente, ou seja, é importante colocarmos em prática a ingestão de alimentos a cada 3 horas para prevenir também o envelhecimento precoce.
Existem alguns exemplos de alimentos que podem ajudar a nutrir nossas células e diminuir o risco do envelhecimento precoce, lembrando que a melhor opção vai depender de cada indivíduo, portanto, o ideal é procurar o aconselhamento de um nutricionista capacitado. São eles:
- Açaí: Rico em fitoquímicos como as antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Ingerir de meia a uma porção por dia.- Aveia: Contém beta-glucanas que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea, diminuindo o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico, produzindo mais radicais livres. Consumir 1 colher de sopa de aveia por dia.- Chá verde: Riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por dia, de preferência longe das refeições. Evite consumir o chá verde no período noturno pois possui cafeína e pode alterar o sono.- Gergelim: rico em antioxidantes, diminuindo os danos causados pelos radicais livres na pele. Consumir 1 colher de sopa por dia.- Soja: Possui isoflavonas que diminuem o processo inflamatório da pele. O extrato de soja também pode aumentar a síntese de colágeno, o que pode retardar o envelhecimento cutâneo. Para garantir todos seus efeitos tem que ingerir 25g de proteína da soja.- Tomate, goiaba e melancia: ricos em licopeno (confere a coloração vermelha aos alimentos), possui atividade antioxidante e auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer. Também diminui o processo inflamatório. Consumir duas porções ao dia, de preferência cozidos ou processados para melhor aproveitamento do licopeno.
Dependendo do estilo de vida que temos, produzimos cada vez mais radicais livres e o excesso desta produção danifica as células do nosso corpo, inclusive as células da pele, levando ao envelhecimento.
Sendo assim, a alimentação é muito importante para combater o envelhecimento, tanto dos nossos órgãos, quanto da nossa pele. Isto ocorre porque a produção de radicais livres é reduzida quando você retira da alimentação substâncias que aumentam a sua produção, como por exemplo aditivos químicos como corantes, conservantes, emulsificantes, acidificantes e muitos outros, excesso de gorduras saturadas e trans ou ainda alimentos com calorias vazias, ou seja, possuem calorias mas não outros nutrientes benéficos. Estas substâncias são encontradas em grande quantidade em produtos industrializados de uma maneira geral e fast foods.
Além disso, através de uma alimentação adequada, nossas células irão receber os nutrientes que vão neutralizar a ação negativa dos radicais produzidos por qualquer causa, seja pela poluição, excesso de atividade física, estresse, ou mesmo os danos provocados pelos radicais produzidos normalmente pelo nosso organismo. Desta forma a alimentação efetivamente pode diminuir o risco do desenvolvimento envelhecimento precoce.
Além deste benefício, não só a pele ficará mais bonita, assim como haverá um bom funcionamento de todo seu organismo, então, se alimentar bem trará ainda mais disposição e bem-estar e te proporcionará um equilíbrio orgânico em que você se sentirá melhor como um todo, diminuindo o risco inclusive de doenças mais graves como diabetes, doenças cardíacas, câncer, ou mesmo um intestino preso. E este estado vai facilitar uma vida sem estresse e com maior ânimo para práticas esportivas, melhorando ainda mais a saúde e a pele.
Este benefício será proporcionado quando estes alimentos benéficos são ingeridos em equilíbrio nas refeições durante o dia. Isto ocorre porque nosso organismo é dinâmico, portanto devemos nutrir nossas células freqüentemente, ou seja, é importante colocarmos em prática a ingestão de alimentos a cada 3 horas para prevenir também o envelhecimento precoce.
Existem alguns exemplos de alimentos que podem ajudar a nutrir nossas células e diminuir o risco do envelhecimento precoce, lembrando que a melhor opção vai depender de cada indivíduo, portanto, o ideal é procurar o aconselhamento de um nutricionista capacitado. São eles:
- Açaí: Rico em fitoquímicos como as antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Ingerir de meia a uma porção por dia.- Aveia: Contém beta-glucanas que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea, diminuindo o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico, produzindo mais radicais livres. Consumir 1 colher de sopa de aveia por dia.- Chá verde: Riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por dia, de preferência longe das refeições. Evite consumir o chá verde no período noturno pois possui cafeína e pode alterar o sono.- Gergelim: rico em antioxidantes, diminuindo os danos causados pelos radicais livres na pele. Consumir 1 colher de sopa por dia.- Soja: Possui isoflavonas que diminuem o processo inflamatório da pele. O extrato de soja também pode aumentar a síntese de colágeno, o que pode retardar o envelhecimento cutâneo. Para garantir todos seus efeitos tem que ingerir 25g de proteína da soja.- Tomate, goiaba e melancia: ricos em licopeno (confere a coloração vermelha aos alimentos), possui atividade antioxidante e auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer. Também diminui o processo inflamatório. Consumir duas porções ao dia, de preferência cozidos ou processados para melhor aproveitamento do licopeno.
Nutrientes e memória
Existem evidências que indicam que a ingestão de nutrientes promove melhora no desempenho da memória e na função cognitiva quando possuem uma dieta deficiente de nutrientes.
Estudos indicam que a alimentação desde o nascimento é fundamental para um bom desempenho do nosso sistema cognitivo e de nossa memória. Pesquisam indicam que crianças que recebem leite materno apresentam desenvolvimento cognitivo maior do que as que receberam fórmulas infantis.
Além disso, um estudo analisou a alimentação de mais de 1000 pessoas e foi associada com problemas neurológicos, e verificou que a deficiência de ácido fólico, assim como níveis aumentados de homocisteína no sangue (que pode indicar deficiência de ácido fólico, vitamina B6 ou B12), são fatores de risco para o desenvolvimento de demência e doença de Alzheimer.
Além disso, pesquisadores verificaram que pacientes com diabetes que tinham controle dos níveis de glicose do sangue apresentavam melhor desempenho cognitivo em comparação aos pacientes com níveis de glicose desequilibrados, o que reforça a necessidade de uma alimentação fracionada, ingerindo alimentos a cada 3 horas, em menor quantidade.
Além de uma alimentação fracionada, é importante seguir uma alimentação equilibrada em nutrientes e compostos bioativos, que irão promover um equilíbrio do organismo, fazendo com que todos os nossos órgãos trabalhem adequadamente, além da memória. Quando não for possível através da alimentação atingir as recomendações necessárias dos nutrientes, uma suplementação pode ser uma estratégia eficaz para otimizar a nossa memória, lembrando que esta suplementação, bem como as orientações alimentares devem ser realizadas por um nutricionista capacitado.
Não existe um consenso nos estudos sobre determinados alimentos que possam ajudar a prevenir perdas cognitivas e de memória, mas existem alguns nutrientes que parecem ter funções importantes, e é a partir destas informações que devemos buscar alimentos fonte destes nutrientes, sendo que o seu consumo deve ser diário. São eles:
- Vitamina C: exerce atividade antioxidante - mamão, melão, laranja, água de coco;- Vitamina E: também é antioxidante e parece ter ação benéfica secundária aos benefícios deste nutriente contra doenças vasculares - abacate, óleo de girassol, peixes;- Vitamina A e beta-caroteno: são antioxidantes e regulam a expressão de nossos genes - carne, cenoura, batata doce, abóbora, tomate, brócolis;- Ácido fólico: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - feijão, batata, brócolis, vagem;- Vitamina B6: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - frango, banana, cereais integrais, semente de gergelim;- Vitamina B12: também atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - carnes, ovos, leite;- Ácidos graxos poliinsaturados: regulam a energia na região cerebral e são componentes da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina que auxilia na rapidez com que as informações são transmitidas de uma célula para outra - azeite de oliva, óleo de canola, linhaça;- Colina: a colina é precursora da fosfatidilcolina que é importante na sinalização celular e da fosfatdilserina, que está associada com melhora da depressão e da função cognitiva. Tem importante função cerebral essencial para o desenvolvimento dos fetos, protege contra defeitos do tubo neural e da memória - gema de ovo;- Ferro: sua deficiência diminui o fornecimento de energia e oxigênio ao cérebro - carnes, feijão, lentilha, damasco;- Boro: sua deficiência diminui a atividade cerebral e o desempenho cognitivo, mas seu excesso pode ser tóxico - amêndoas, frutas secas, suco de uva, feijão, água (dependendo da procedência);- Zinco: impede a aceleração do envelhecimento do cérebro - carne, frango, peixe, cereais integrais, feijão, soja, lentilha;- Carboidratos integrais: mantém glicose no sangue, principal fonte de energia do cérebro - arroz integral, aveia, farinha integral.
Estudos indicam que a alimentação desde o nascimento é fundamental para um bom desempenho do nosso sistema cognitivo e de nossa memória. Pesquisam indicam que crianças que recebem leite materno apresentam desenvolvimento cognitivo maior do que as que receberam fórmulas infantis.
Além disso, um estudo analisou a alimentação de mais de 1000 pessoas e foi associada com problemas neurológicos, e verificou que a deficiência de ácido fólico, assim como níveis aumentados de homocisteína no sangue (que pode indicar deficiência de ácido fólico, vitamina B6 ou B12), são fatores de risco para o desenvolvimento de demência e doença de Alzheimer.
Além disso, pesquisadores verificaram que pacientes com diabetes que tinham controle dos níveis de glicose do sangue apresentavam melhor desempenho cognitivo em comparação aos pacientes com níveis de glicose desequilibrados, o que reforça a necessidade de uma alimentação fracionada, ingerindo alimentos a cada 3 horas, em menor quantidade.
Além de uma alimentação fracionada, é importante seguir uma alimentação equilibrada em nutrientes e compostos bioativos, que irão promover um equilíbrio do organismo, fazendo com que todos os nossos órgãos trabalhem adequadamente, além da memória. Quando não for possível através da alimentação atingir as recomendações necessárias dos nutrientes, uma suplementação pode ser uma estratégia eficaz para otimizar a nossa memória, lembrando que esta suplementação, bem como as orientações alimentares devem ser realizadas por um nutricionista capacitado.
Não existe um consenso nos estudos sobre determinados alimentos que possam ajudar a prevenir perdas cognitivas e de memória, mas existem alguns nutrientes que parecem ter funções importantes, e é a partir destas informações que devemos buscar alimentos fonte destes nutrientes, sendo que o seu consumo deve ser diário. São eles:
- Vitamina C: exerce atividade antioxidante - mamão, melão, laranja, água de coco;- Vitamina E: também é antioxidante e parece ter ação benéfica secundária aos benefícios deste nutriente contra doenças vasculares - abacate, óleo de girassol, peixes;- Vitamina A e beta-caroteno: são antioxidantes e regulam a expressão de nossos genes - carne, cenoura, batata doce, abóbora, tomate, brócolis;- Ácido fólico: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - feijão, batata, brócolis, vagem;- Vitamina B6: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - frango, banana, cereais integrais, semente de gergelim;- Vitamina B12: também atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - carnes, ovos, leite;- Ácidos graxos poliinsaturados: regulam a energia na região cerebral e são componentes da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina que auxilia na rapidez com que as informações são transmitidas de uma célula para outra - azeite de oliva, óleo de canola, linhaça;- Colina: a colina é precursora da fosfatidilcolina que é importante na sinalização celular e da fosfatdilserina, que está associada com melhora da depressão e da função cognitiva. Tem importante função cerebral essencial para o desenvolvimento dos fetos, protege contra defeitos do tubo neural e da memória - gema de ovo;- Ferro: sua deficiência diminui o fornecimento de energia e oxigênio ao cérebro - carnes, feijão, lentilha, damasco;- Boro: sua deficiência diminui a atividade cerebral e o desempenho cognitivo, mas seu excesso pode ser tóxico - amêndoas, frutas secas, suco de uva, feijão, água (dependendo da procedência);- Zinco: impede a aceleração do envelhecimento do cérebro - carne, frango, peixe, cereais integrais, feijão, soja, lentilha;- Carboidratos integrais: mantém glicose no sangue, principal fonte de energia do cérebro - arroz integral, aveia, farinha integral.
Mitos e verdades sobre a VitC
A vitamina C é um nutriente que, em conjunto com diversos outros nutrientes, faz parte do sistema imunológico, e já foi verificado que em resfriados existe uma excreção maior dessa vitamina, mostrando que apesar de a suplementação não ser necessária segundo alguns estudos, isso não quer dizer que não seja um nutriente essencial para o sistema de defesa.
Além disso, a vitamina C pode atuar de maneira efetiva no combate ao envelhecimento. Nosso corpo entra em contato com muitos agentes estressantes como agrotóxicos, produtos químicos, poluição, estresse emocional, e tudo isso produz radicais livres que atacam diversas estruturas do corpo inclusive células da pele, com isso você acelera o envelhecimento. A vitamina C é um antioxidante que previne a ação dos radicais livres, evitando assim um envelhecimento precoce. Porém, não podemos esquecer que a vitamina C é uma das dezenas de substâncias antioxidantes que conhecemos.
A vitamina C ainda tem importante ação no auxílio da absorção do ferro não-heme, que encontramos principalmente nos produtos de origem vegetal, como o feijão, lentilha, vegetais verdes escuros, etc. A vitamina C faz uma ionização de minerais, e essa ionização deixa esses nutrientes numa forma mais facilmente absorvida pelo organismo. Mas, para observar essa ação, a vitamina C deve ser ingerida na mesma refeição em que há alta ingestão de ferro.
A vitamina C possui ainda vários benefícios ao organismo:- Atua como co-fator ou co-substrato de diferentes enzimas, isso quer dizer que sem a vitamina C essas enzimas não terão um funcionamento adequado;- Conversão do colesterol em ácidos graxos biliares, ou seja, retira o colesterol que temos no organismo e o transforma em uma enzima que vai auxiliar na digestão alimentar;- Ação antioxidante;- Ajuda a “economizar” a vitamina E.
Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são as frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), mamão papaia, morango, kiwi, melão, tomate, manga, etc. Porém, deve-se tomar cuidado com a forma de consumo destes alimentos, pois a vitamina C é rapidamente perdida na cocção. A estocagem de alimentos frescos por longos períodos também reduz significativamente a concentração desta vitamina. Portanto, o consumo de alimentos frescos in natura da época, é o que mais garante o consumo adequado de vitamina C.
Para determinar a necessidade do indivíduo suplementar-se com essa vitamina o ideal é passar por uma consulta com um nutricionista que através de sinais e sintomas, que irá conseguir traçar a melhor estratégia pra cada um, bem como o nutricionista é o profissional capacitado para avaliar se realmente há necessidade de suplementação, ou se é possível suprir as necessidades de vitamina C pela ingestão de alimentos.
Independente da intenção do consumo da vitamina C, ela deve ser consumida em dosagens fracionadas, num intervalo de tempo de aproximadamente 3h ao longo do dia. Isso porque essa vitamina é hidrossolúvel, isso quer dizer que ela tem afinidade com água, sendo assim, aos poucos ela é excretada pela urina, então ela não é armazenada no organismo e sua concentração vai diminuindo com o passar das horas, por isso tem que ser consumida várias vezes ao dia.
Os suplementos vitamínicos são muito mais necessários do que se imagina, mas só devem ser utilizados com a indicação de um profissional capacitado, de uma forma que seja considerada a sua forma química, a interação do nutriente com outros nutrientes, interação com medicamentos que são utilizados por cada paciente, a qualidade de digestão do indivíduo, horário de consumo, e não da forma que encontramos para comprar. Muitas vezes estamos com o corpo desequilibrado do ponto de vista nutricional, necessitando de uma suplementação de vitaminas e minerais, mas o que se encontra são pessoas sem a suplementação necessária, ou com suplementações mal feitas, com nutrientes pouco disponíveis, sem acompanhamento nutricional e o pior de tudo, podendo piorar o quadro do paciente. Por isso, a individualização é essencial e deve ser acompanhada por profissionais competentes.
Além disso, a vitamina C pode atuar de maneira efetiva no combate ao envelhecimento. Nosso corpo entra em contato com muitos agentes estressantes como agrotóxicos, produtos químicos, poluição, estresse emocional, e tudo isso produz radicais livres que atacam diversas estruturas do corpo inclusive células da pele, com isso você acelera o envelhecimento. A vitamina C é um antioxidante que previne a ação dos radicais livres, evitando assim um envelhecimento precoce. Porém, não podemos esquecer que a vitamina C é uma das dezenas de substâncias antioxidantes que conhecemos.
A vitamina C ainda tem importante ação no auxílio da absorção do ferro não-heme, que encontramos principalmente nos produtos de origem vegetal, como o feijão, lentilha, vegetais verdes escuros, etc. A vitamina C faz uma ionização de minerais, e essa ionização deixa esses nutrientes numa forma mais facilmente absorvida pelo organismo. Mas, para observar essa ação, a vitamina C deve ser ingerida na mesma refeição em que há alta ingestão de ferro.
A vitamina C possui ainda vários benefícios ao organismo:- Atua como co-fator ou co-substrato de diferentes enzimas, isso quer dizer que sem a vitamina C essas enzimas não terão um funcionamento adequado;- Conversão do colesterol em ácidos graxos biliares, ou seja, retira o colesterol que temos no organismo e o transforma em uma enzima que vai auxiliar na digestão alimentar;- Ação antioxidante;- Ajuda a “economizar” a vitamina E.
Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são as frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), mamão papaia, morango, kiwi, melão, tomate, manga, etc. Porém, deve-se tomar cuidado com a forma de consumo destes alimentos, pois a vitamina C é rapidamente perdida na cocção. A estocagem de alimentos frescos por longos períodos também reduz significativamente a concentração desta vitamina. Portanto, o consumo de alimentos frescos in natura da época, é o que mais garante o consumo adequado de vitamina C.
Para determinar a necessidade do indivíduo suplementar-se com essa vitamina o ideal é passar por uma consulta com um nutricionista que através de sinais e sintomas, que irá conseguir traçar a melhor estratégia pra cada um, bem como o nutricionista é o profissional capacitado para avaliar se realmente há necessidade de suplementação, ou se é possível suprir as necessidades de vitamina C pela ingestão de alimentos.
Independente da intenção do consumo da vitamina C, ela deve ser consumida em dosagens fracionadas, num intervalo de tempo de aproximadamente 3h ao longo do dia. Isso porque essa vitamina é hidrossolúvel, isso quer dizer que ela tem afinidade com água, sendo assim, aos poucos ela é excretada pela urina, então ela não é armazenada no organismo e sua concentração vai diminuindo com o passar das horas, por isso tem que ser consumida várias vezes ao dia.
Os suplementos vitamínicos são muito mais necessários do que se imagina, mas só devem ser utilizados com a indicação de um profissional capacitado, de uma forma que seja considerada a sua forma química, a interação do nutriente com outros nutrientes, interação com medicamentos que são utilizados por cada paciente, a qualidade de digestão do indivíduo, horário de consumo, e não da forma que encontramos para comprar. Muitas vezes estamos com o corpo desequilibrado do ponto de vista nutricional, necessitando de uma suplementação de vitaminas e minerais, mas o que se encontra são pessoas sem a suplementação necessária, ou com suplementações mal feitas, com nutrientes pouco disponíveis, sem acompanhamento nutricional e o pior de tudo, podendo piorar o quadro do paciente. Por isso, a individualização é essencial e deve ser acompanhada por profissionais competentes.
Restrição de sono está acompanhada pelo aumento de ingestão de calorias de snacks
Restrição de sono está associada com obesidade e pode alterar a regulação endócrina da fome e apetite. Foi testada a hipótese de que a restrição do sono humano pode promover ingestão energética excessiva. Onze voluntários saudáveis [5 mulheres, 6 homens; média de idade ± DP: 39 ± 5 anos; média do índice de massa corporal ± DP (em kg/m2): 26.5 ± 1.5] completaram em ordem aleatória por 14 dias no laboratório do sono com acesso ad libitum a alimentos palatáveis e 5.5 horas ou 8.5 horas de sono. Os pontos analisados foram calorias de refeições e snacks consumidos durante cada condição de sono. Medidas adicionais incluíram gasto energético total e perfis de 24 horas de leptina sérica e grelina. Sono foi reduzido em 122 ± 25 min por noite durante a condição de 5.5 horas de sono. Apesar da ingestão da refeição permanecer similar (P = 0.51), restrição do sono foi acompanhada pelo consumo aumentado de calorias de snacks (1087 ± 541 comparado com 866 ± 365 kcal/d; P = 0.026), com maior conteúdo de carboidrato (65% comparado com 61%; P = 0.04). Essas alterações não foram associadas com um aumento significante no gasto energético (2526 ± 537 e 2390 ± 369 kcal/d durante períodos de 5.5-h e 8.5-h de sono, respectivamente; P = 0.58), e diferenças não foram encontradas na leptina sérica e grelina entre as duas condições de sono. Restrição de sono recorrente pode modificar a quantidade, composição, e distribuição de ingestão de alimentos, e horas curtas de sono em um ambiente promotor de obesidade pode facilitar o consumo excessivo de energia de snacks, mas não refeições.
FONTE: www.vponline.com.br
FONTE: www.vponline.com.br
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