Dados recentes têm aumentado com relação à possível associação entre nível elevado de selênio e diabetes e hiperlipidemia na população americana, uma população com concentração elevada deste mineral. Na Inglaterra, uma pupulação com baixa concentração de selênio, há pouca relação com risco cardiometabólico. Foi avaliada a concentração plasmática de selênio e lipídios sanguíneos em amostra representativa da população britânica. O estudo mostrou que níveis plasmáticos maiores de selênio foram associados com aumento de níveis de colesterol total e não HDLc.
O estudo indica que há uma relação inversa entre estado de consumo e nível plasmático de piridoxina (Vit B6) e inflamação.
FONTE: www.sciencehealth.com.br
sábado, 26 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Neste Natal evite os principais erros que podem fazer você se arrepender no Ano Novo:
- Prefira as frutas secas e frescas às frutas em calda.
- Modere nas frutas oleaginosas (nozes, castanhas, amendoim, etc.) Elas são saudáveis, porém muito calóricas.
- Evite bebidas destiladas ou adocicadas. O champagne e o vinho tinto seco são as melhores opções desde que com moderação. Como aperitivo que tal um suco de tomate temperado ou um coquetel de frutas sem álcool?
- Lembre-se: moramos em um país tropical. Estamos em pleno verão, portanto não esqueça de se hidratar tomando bastante água. Também não há vergonha nenhuma em fazer um brinde com água de coco!
- Prefira as carnes brancas como o peru e o chester, caso queira optar por uma carne suína, asse um delicioso lombo! Pernil e tender nem em sonho!
Modere no uso de maioneses, mesmo as Light! Use e abuse das saladas de folhas e cremes a base de iogurte! - Não se esqueça: Natal se comemora na CEIA do DIA 24 e no ALMOÇO do DIA 25. O Ano Novo no DIA 31 e 1. Nos outros dias mantenha uma alimentação mais leve, assim nem você e nem a sua consciência entrarão, no Ano Novo, mais pesados.
Feliz Natal.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Nutrição e Psoríase
A psoríase é uma desordem crônica da pele mediada por inflamação e hiperproliferação celular no qual o conceito de interação de citocinas é bem estabelecido. A pele é um alvo importante de tensão oxidativa devido a radicais livres de oxigênio originárias do ambiente e do metabolismo per si. Apesar de antioxidantes endógenos atenuar efeitos danosos dos radicais livres, presença aumentada ou prolongada podem sobrepor as defesas contra radicais livres e mediar inúmeras respostas celulares que contribuem para o desenvolvimento de uma variedade de desordens da pele, incluindo psoríase. Com respeito a psoríase, estratégias antioxidantes tem mostrado beneficio terap&e circ;utico. O caminho de sinalização celular como proteína quinase ativada por mitógeno, fator nuclear Kb, e o transdutor de sinal janus quinase e atividades de transcrição são conhecidos ser sensíveis ao estado redox e provaram estar envolvidos no progresso da psoríase. Free Radical Biology & Medicine 47 (2009) 891–905
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Dieta Contra a Gripe Suína – Alimentos que aumentam a Imunidade
A gripe A H1N1, mais conhecida como a Gripe Suína, já atingiu mais de 100 mil pessoas em todo o mundo e este número aumenta a cada dia.
Um organismo saudável, com uma boa imunidade, os sintomas da gripe costumam ser mais leves e o risco de mortalidade é bem menor. A forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável. Alguns alimentos ajudam a estimular a ação do sistema imunológico e potencializam o seu bom funcionamento.
Siga estas orientações para aumentar a sua imunidade:
-Tome pelo menos 1 litro e meio de água por dia, pois manter as vias aéreas úmidas afastam o vírus;
-Evite tomar muito leite quando estiver resfriado pois ele produz muito muco, dificultando a cura;
-Aumente o consumo de iogurte natural, ele é excelente para o sistema imunológico, além de ser fonte de cálcio;
-Aumente a quantidade de cebola na sua alimentação, ela possui propriedades importantes para o combate a gripes e resfriados;
-Consuma mais alho na sua alimentação, seus compostos ajudam a fortalecer o sistema imunológico;
-Aumente o consumo de alimentos ricos em betacaroteno (cenoura, laranja, damasco, beterraba,espinafre, mamão e couve) e alimentos fontes de zinco (fígado de boi e semente de abóbora);
-Consuma mais frutas e verduras diariamente;
-Coloque na sua alimentação alimentos fontes de ácido graxo ômega-3 (sardinha, atum, salmão, bacalhau, etc), são excelentes para o sistema imunológico;
-O cogumelo Shiitake e o gengibre possuem excelentes efeitos anti-viral;
-Evite alimentos gordurosos pois eles deixam o sistema imunológico debilitado;
-Além da alimentação, é importante manter alguns hábitos de higiene como lavar bem as mãos, manter a casa bem arejada, evitar ambientes fechados e aglomerados e evitar tossir ou espirrar sem o auxílio de um lenço de papel.
Com estes cuidados, a gripe suína ou qualquer outro tipo de gripe ficarão longe de você.
Um organismo saudável, com uma boa imunidade, os sintomas da gripe costumam ser mais leves e o risco de mortalidade é bem menor. A forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável. Alguns alimentos ajudam a estimular a ação do sistema imunológico e potencializam o seu bom funcionamento.
Siga estas orientações para aumentar a sua imunidade:
-Tome pelo menos 1 litro e meio de água por dia, pois manter as vias aéreas úmidas afastam o vírus;
-Evite tomar muito leite quando estiver resfriado pois ele produz muito muco, dificultando a cura;
-Aumente o consumo de iogurte natural, ele é excelente para o sistema imunológico, além de ser fonte de cálcio;
-Aumente a quantidade de cebola na sua alimentação, ela possui propriedades importantes para o combate a gripes e resfriados;
-Consuma mais alho na sua alimentação, seus compostos ajudam a fortalecer o sistema imunológico;
-Aumente o consumo de alimentos ricos em betacaroteno (cenoura, laranja, damasco, beterraba,espinafre, mamão e couve) e alimentos fontes de zinco (fígado de boi e semente de abóbora);
-Consuma mais frutas e verduras diariamente;
-Coloque na sua alimentação alimentos fontes de ácido graxo ômega-3 (sardinha, atum, salmão, bacalhau, etc), são excelentes para o sistema imunológico;
-O cogumelo Shiitake e o gengibre possuem excelentes efeitos anti-viral;
-Evite alimentos gordurosos pois eles deixam o sistema imunológico debilitado;
-Além da alimentação, é importante manter alguns hábitos de higiene como lavar bem as mãos, manter a casa bem arejada, evitar ambientes fechados e aglomerados e evitar tossir ou espirrar sem o auxílio de um lenço de papel.
Com estes cuidados, a gripe suína ou qualquer outro tipo de gripe ficarão longe de você.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
TPM
A síndrome pré-menstrual é caracterizada por um complexo de sintomas físicos, cognitivos e emocionais que ocorrem durante a fase lútea do ciclo menstrual, diminuindo com o início da menstruação. Os sintomas envolvem basicamente mudanças de humor, mas mais de 200 sintomas já foram associados com a TPM, com diferentes intensidades, como irritabilidade, tensão e inquietação.
Veja abaixo a classificação que você se encaixa e procure um nutricionista para alívio dos sintomas!
TIPO A: predominância de ansiedade, irritabilidade, alteração de humor e tensão nervosa.
TIPO C: predominância de dores de cabeça, aumento de apetite, desejo por doces, fadiga, tremores e palpitação.
TIPO D: predominância de depressão, insônia, choro fácil, esquecimento e confusão mental.
GRUPO H: predominância de ganho de peso, dores abdominais, inchaço nas pernas e sensibilidade nos seios.
Veja abaixo a classificação que você se encaixa e procure um nutricionista para alívio dos sintomas!
TIPO A: predominância de ansiedade, irritabilidade, alteração de humor e tensão nervosa.
TIPO C: predominância de dores de cabeça, aumento de apetite, desejo por doces, fadiga, tremores e palpitação.
TIPO D: predominância de depressão, insônia, choro fácil, esquecimento e confusão mental.
GRUPO H: predominância de ganho de peso, dores abdominais, inchaço nas pernas e sensibilidade nos seios.
domingo, 2 de agosto de 2009
Selênio e câncer de próstata
Estudos in vitro, in vivo e epidemiológicos apóiam um papel para o selênio em reduzir o risco de câncer de próstata. Os pesquisadores demonstraram previamente uma forte interação entre selênio no plasma e o gene superóxido dismutase dependente de manganês (SOD2) e incidência de risco de câncer de próstata. Foi sugerido que SOD2 modifica a associação entre nível de selênio e risco de câncer de próstata agressivo no momento do diagnóstico. Os pesquisadores avaliaram variantes de SOD2 e selênio plasmático em 489 pacientes com câncer de próstata avançado localizado de um estudo coorte retrospectivo. Associação longitudinal com câncer de próstata agressivo (isto é, estágio T2b-3, PSA > 10 ng/mL, ou escore de Gleason > 7). Apenas genótipo SOD2 não foi associado com agressividade da doença, entretanto níveis altos versus baixos de selênio foram associados com um aumento leve em apresentar com doença agressiva. Há evidência de uma interação entres SOD2 e nível de selênio entre homens pois, naqueles com genótipo AA, níveis altos de selênio são associados com redução no risco de apresentar doença agressiva. Os dados sugerem que a relação entre nível de selênio circulante ao diagnóstico e prognóstico de risco de câncer de próstata é modificado por genótipo SOD2 e indica cautela contra uso disseminado de suplemento de selênio em homens com câncer de próstata. J Clin Oncol 27.
sábado, 20 de junho de 2009
Produtos alimentícios orgânicos
Recomendo alimentação orgânica sempre que possível. Segue abaixo uma lista dos locais onde podem ser encontrados esses produtos. Recomendo apenas verificar certificação nos rótulos:
-33273781, R. PARAGUAI( arroz, soja, farinhas, café)
-31961934, AV CONTORNO( verduras, cereais, farinhas, sucos, carne, cachaça)
-32614028, R. PERNAMBUCO (produtos diversos)
-32137646, MERCADO CENTRAL (cerasis, soja, milho, arroz, feijão, doces, açúcar, café, hortifruti)
-33732517, GRAJAÚ (legumes e verduras)
-33346499, PRADO (verduras e legumes)
-33273781, R. PARAGUAI( arroz, soja, farinhas, café)
-31961934, AV CONTORNO( verduras, cereais, farinhas, sucos, carne, cachaça)
-32614028, R. PERNAMBUCO (produtos diversos)
-32137646, MERCADO CENTRAL (cerasis, soja, milho, arroz, feijão, doces, açúcar, café, hortifruti)
-33732517, GRAJAÚ (legumes e verduras)
-33346499, PRADO (verduras e legumes)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Efeitos das dietas vegans para a saúde
Recentemente, dietas vegetarianas experienciaram um aumento na popularidade. Uma dieta vegetariana está associada com muitos benefícios à saúde devido seu alto conteúdo de fibras, ácido fólico, vitaminas C e E, potássio, magnésio, e muitos fitoquímicos e um conteúdo de gordura que é mais insaturada. Comparado com outras dietas vegetarianas, dietas vegans tendem a conter menos gordura saturada e colesterol e mais fibra alimentar. Dietas vegans auxiliam no menor teor de colesterol, e menor pressão arterial, reduzindo o risco de doença cardíaca. Contudo, eliminando todos os produtos de origem animal a partir da dieta aumenta o risco de certas deficiências nutricionais. Micronutrientes de atenção especial para os vegans incluem vitaminas B12 e D, cálcio, e n-3 de cadeia longa (ômega-3). Ao menos vegans consomem regularmente alimentos que são fortificados com esses nutrientes, suplementos apropriados devem ser consumidos. Em alguns casos, estado de ferro e zinco de vegans também pode ser de preocupação, devido a biodisponibilidade limitada desses minerais.
Referência Bibliográfica:
CRAIG, W.J. Health effects of vegan diets. Am J Clin Nutr; 89: 1627S-1633S, 2009.
Referência Bibliográfica:
CRAIG, W.J. Health effects of vegan diets. Am J Clin Nutr; 89: 1627S-1633S, 2009.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Restaurantes usam óleo além do tempo ideal
Pesquisa da UnB mostra que 10 dias de uso aumentam acidez em quatro vezes e gordura saturada em três.
Seis dias é o limite :Fabiana Vasconcelos - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Comer alimentos fritos pode ser ainda mais perigoso do que se imagina. Pesquisa da Universidade de Brasília mostra que o óleo de fritura usado nos restaurantes do Distrito Federal chega a apresentar acidez quatro vezes maior que o 0,3% permitido ao produto que sai da fábrica. O índice de gordura saturada também é maior, três vezes mais do que a lei estabelece. Os resultados são de uma pesquisa do Departamento de Nutrição, realizada em quatro estabelecimentos que, juntos, servem 4 mil refeições por dia.
Márcio Antônio Mendonça, tecnólogo e autor do estudo, explica que um alimento frito nessas condições pode causar danos à saúde. “A gordura saturada causa problemas cardiovasculares", diz. "E os radicais livres que se formam com a degradação do óleo favorecem doenças degenerativas e o envelhecimento precoce.”
O estudo analisou amostras de óleo com 10 dias de uso, tempo médio que os restaurantes aguardam para jogá-lo fora. Mas as características do material podem estar ainda piores. “Em alguns locais, aproveita-se o produto por 15 ou até 20 dias, principalmente quando a demanda é pequena”, alerta o pesquisador.
Mendonça afirma que o contato com a luz, com a água dos alimentos, o oxigênio do ar e a temperatura ambiente favorecem a oxidação e a consequente perda de qualidade. A quantidade de gordura saturada aumenta porque as carnes liberam a substância.
A pesquisa sugere que o óleo seja utilizado por, no máximo, seis dias em estabelecimentos de perfil semelhante ao da pesquisa. “Até esse prazo, a degradação não estava crítica”, diz.
NORMAS – O Brasil ainda não tem lei sobre descarte do produto, por isso, não há punição sobre os quase 1 milhão de bares e restaurantes do país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém, elaborou 10 recomendações contidas no Informe Técnico Nº 11/2004, entre elas, filtrar o material e jogá-lo fora se surgir espuma ou fumaça.
A professora Wilma Araújo, orientadora da pesquisa, defende a criação de um modelo de estudo para, assim, chegar a uma legislação. “Há vários fatores que interferem no processo de fritura, o ambiente onde se está, o volume, o tipo de fritadeira”, esclarece. Mas Wilma faz uma ressalva. “Não é possível ser muito rigoroso, senão as empresas não vão conseguir acompanhar.”
Na falta de regras, os restaurantes fazem o descarte a partir de suas próprias avaliações. Gerente de um restaurante no Plano Piloto que serve quase 250 refeições diárias, Osnir da Silva Santana, 30 anos, afirma trocar diariamente o óleo das fritadeiras, com capacidade para 24 litros. “Temos que usar óleo novo senão a cor de alguns pratos fica diferente”, afirma.
Em outro estabelecimento, também no Plano Piloto, o prazo é de três dias para óleo usado em batata frita. “Não tem como trocar todo dia, é inviável financeiramente”, diz o gerente João Cotrim, 44 anos. O local tem recipientes diferenciados para fritar alimentos à milanesa e, nesse caso, a renovação é quase diária. “Porque suja muito”, justifica Cotrim.
ORIGEM – O ideal, diz Mendonça, é usar o óleo pelo menor tempo possível e fritar alimentos de origem animal e vegetal em panelas diferentes. Isso evita que a gordura saturada da carne contamine outros alimentos, além de aumentar a vida útil do produto. “O óleo em que se frita somente batata, mandioca ou couve-flor dura muito mais se não for misturado com carne”, afirma.
Peixes devem ter um tacho separado para um alimento não ficar com o gosto do outro e empanados também. A farinha queima e faz o óleo degradar mais rápido.
Embora o estudo tenha como foco os restaurantes, Mendonça diz que as regras valem para residências. “Uma única fritura já diminui a qualidade do óleo. Em casa, como a quantidade é pequena, é possível usar um único dia”, diz.
ÓLEO DEGRADADO: Ao ser despejado na panela limpa, o óleo novo tem no máximo 0,3% de ácido oléico. Os EUA admitem a utilização até o produto atingir 1% do ácido.
REPOR NÃO ADIANTA: O restaurante 4 repôs 17 litros de óleo, os estabelecimentos 1 e 3 adicionaram 5 litros, e o restaurante 2 colocou 2 litros a mais. “Logo após a adição, a qualidade melhora, mas no dia seguinte, o óleo novo já havia se degradado”, diz o pesquisador. Os locais entrevistados utilizavam fritadeiras de 30L e 40L.
AS 10 RECOMENDAÇÕES DA ANVISA:
1. aquecer o óleo a no máximo 180ºC
2. fritar por períodos longos, evitar usar várias vezes em períodos curtos
3. deixar a fritadeira parcialmente tampada quando ligada e sem alimento
4. evitar completar óleo velho com novo
5. armazenar óleo usado tampado e longe da luz
6. filtrar o óleo após o uso7. jogar fora quando tiver espuma ou fumaça
8. usar fritadeiras com cantos arredondados para não acumular sujeira
9. descartar fritadeira quando amassada, riscada ou descascada
10. não descartar o óleo na rede pública
Seis dias é o limite :Fabiana Vasconcelos - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Comer alimentos fritos pode ser ainda mais perigoso do que se imagina. Pesquisa da Universidade de Brasília mostra que o óleo de fritura usado nos restaurantes do Distrito Federal chega a apresentar acidez quatro vezes maior que o 0,3% permitido ao produto que sai da fábrica. O índice de gordura saturada também é maior, três vezes mais do que a lei estabelece. Os resultados são de uma pesquisa do Departamento de Nutrição, realizada em quatro estabelecimentos que, juntos, servem 4 mil refeições por dia.
Márcio Antônio Mendonça, tecnólogo e autor do estudo, explica que um alimento frito nessas condições pode causar danos à saúde. “A gordura saturada causa problemas cardiovasculares", diz. "E os radicais livres que se formam com a degradação do óleo favorecem doenças degenerativas e o envelhecimento precoce.”
O estudo analisou amostras de óleo com 10 dias de uso, tempo médio que os restaurantes aguardam para jogá-lo fora. Mas as características do material podem estar ainda piores. “Em alguns locais, aproveita-se o produto por 15 ou até 20 dias, principalmente quando a demanda é pequena”, alerta o pesquisador.
Mendonça afirma que o contato com a luz, com a água dos alimentos, o oxigênio do ar e a temperatura ambiente favorecem a oxidação e a consequente perda de qualidade. A quantidade de gordura saturada aumenta porque as carnes liberam a substância.
A pesquisa sugere que o óleo seja utilizado por, no máximo, seis dias em estabelecimentos de perfil semelhante ao da pesquisa. “Até esse prazo, a degradação não estava crítica”, diz.
NORMAS – O Brasil ainda não tem lei sobre descarte do produto, por isso, não há punição sobre os quase 1 milhão de bares e restaurantes do país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém, elaborou 10 recomendações contidas no Informe Técnico Nº 11/2004, entre elas, filtrar o material e jogá-lo fora se surgir espuma ou fumaça.
A professora Wilma Araújo, orientadora da pesquisa, defende a criação de um modelo de estudo para, assim, chegar a uma legislação. “Há vários fatores que interferem no processo de fritura, o ambiente onde se está, o volume, o tipo de fritadeira”, esclarece. Mas Wilma faz uma ressalva. “Não é possível ser muito rigoroso, senão as empresas não vão conseguir acompanhar.”
Na falta de regras, os restaurantes fazem o descarte a partir de suas próprias avaliações. Gerente de um restaurante no Plano Piloto que serve quase 250 refeições diárias, Osnir da Silva Santana, 30 anos, afirma trocar diariamente o óleo das fritadeiras, com capacidade para 24 litros. “Temos que usar óleo novo senão a cor de alguns pratos fica diferente”, afirma.
Em outro estabelecimento, também no Plano Piloto, o prazo é de três dias para óleo usado em batata frita. “Não tem como trocar todo dia, é inviável financeiramente”, diz o gerente João Cotrim, 44 anos. O local tem recipientes diferenciados para fritar alimentos à milanesa e, nesse caso, a renovação é quase diária. “Porque suja muito”, justifica Cotrim.
ORIGEM – O ideal, diz Mendonça, é usar o óleo pelo menor tempo possível e fritar alimentos de origem animal e vegetal em panelas diferentes. Isso evita que a gordura saturada da carne contamine outros alimentos, além de aumentar a vida útil do produto. “O óleo em que se frita somente batata, mandioca ou couve-flor dura muito mais se não for misturado com carne”, afirma.
Peixes devem ter um tacho separado para um alimento não ficar com o gosto do outro e empanados também. A farinha queima e faz o óleo degradar mais rápido.
Embora o estudo tenha como foco os restaurantes, Mendonça diz que as regras valem para residências. “Uma única fritura já diminui a qualidade do óleo. Em casa, como a quantidade é pequena, é possível usar um único dia”, diz.
ÓLEO DEGRADADO: Ao ser despejado na panela limpa, o óleo novo tem no máximo 0,3% de ácido oléico. Os EUA admitem a utilização até o produto atingir 1% do ácido.
REPOR NÃO ADIANTA: O restaurante 4 repôs 17 litros de óleo, os estabelecimentos 1 e 3 adicionaram 5 litros, e o restaurante 2 colocou 2 litros a mais. “Logo após a adição, a qualidade melhora, mas no dia seguinte, o óleo novo já havia se degradado”, diz o pesquisador. Os locais entrevistados utilizavam fritadeiras de 30L e 40L.
AS 10 RECOMENDAÇÕES DA ANVISA:
1. aquecer o óleo a no máximo 180ºC
2. fritar por períodos longos, evitar usar várias vezes em períodos curtos
3. deixar a fritadeira parcialmente tampada quando ligada e sem alimento
4. evitar completar óleo velho com novo
5. armazenar óleo usado tampado e longe da luz
6. filtrar o óleo após o uso7. jogar fora quando tiver espuma ou fumaça
8. usar fritadeiras com cantos arredondados para não acumular sujeira
9. descartar fritadeira quando amassada, riscada ou descascada
10. não descartar o óleo na rede pública
domingo, 12 de abril de 2009
CANELA NA DIMINUIÇÃO DE P.A .
Objetivo: Muitos agentes (nutriceuticos, nutrientes e drogas) que controlam a glicose sanguínea diminuem a pressão arterial. Recentemente foi reportado que a canela tem o potencial favorável no sistema glicose-insulina. O presente estudo avalia os efeitos de uma dieta com canela na pressão sistólica e a variação glicose-insulina em ratos hipertensos.
Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.
Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.
Conclusão: A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.
C l i n i c a l C a r e / E d u c a t i o n / N u t r i t i o n
Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.
Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.
Conclusão: A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.
C l i n i c a l C a r e / E d u c a t i o n / N u t r i t i o n
CANELA NA DIMINUIÇÃO DE P.A .
Objetivo: Muitos agentes (nutriceuticos, nutrientes e drogas) que controlam a glicose sanguínea diminuem a pressão arterial. Recentemente foi reportado que a canela tem o potencial favorável no sistema glicose-insulina. O presente estudo avalia os efeitos de uma dieta com canela na pressão sistólica e a variação glicose-insulina em ratos hipertensos.
Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.
Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.
Conclusão: A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.
Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.
Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.
Conclusão: A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.
Alimentação – importância em um treinamento
O impacto da nutrição na performance física dos adeptos de práticas esportivas e de atletas em geral é um tema de discussão histórica no meio científico. Desde que o homem é homem, e conscientizou-se de tal condição, ele encontrou na alimentação a forma de suprir suas necessidades energéticas e a chave para se sair melhor nas tarefas que lhe são designadas, entre elas a própria sobrevivência. Mesmo sem o respaldo da ciência no passado, o homem, através da experimentação e do bom-senso, criou suas próprias regras de alimentação.
QUALIDADE X QUANTIDADE
Os indivíduos não são iguais. Além de apresentarem características físicas particulares, em conseqüência da genética, ainda possuem rotinas diferentes e, no caso do esporte, nível de condicionamento físico e metas estabelecidas discrepantes, fatores que dificultam uma padronização das necessidades alimentares. Entretanto, algumas regras são básicas a todos, sendo atletas ou não.
"O atleta, diferente do indivíduo comum, deve ter em mente que sua principal preocupação em relação à alimentação é com a qualidade do que se come. Comparemos o corpo com um carro de Fórmula 1. Se colocarmos gasolina comum em um carro desses, ele se movimentará como qualquer outro carro, mas não atingirá o máximo de sua potência, pois para isso precisaria de um combustível mais potente. O mesmo acontece com o corpo humano”, define Antônio Herbert Lancha Júnior, doutor em nutrição esportiva e professor titular da Escola de Educação Física, esporte e Saúde da Universidade São Paulo, USP.
Os corredores que estão preocupados com a performance devem ser muito mais rigorosos e disciplinados do que aqueles que visam apenas saúde e bem-estar “A importância da alimentação é diretamente proporcional à complexidade da meta que o atleta tem. Se for manter a saúde, ele ainda tem uma folga e pode sair da linha de vez em quando. Se for correr uma maratona, tem obrigação de seguir à risca a dieta, senão seu desempenho deixará a desejar”. Para Lancha, se o atleta não estiver respeitando um dos três pilares que compõem o treinamento, estará comprometendo toda sua preparação. "Alimentação + descanso + treino devem ser respeitados, pois têm a mesma importância no resultado final: cada um contribui com um terço, ou seja, 33%. São totalmente interdependentes", explica o doutor em nutrição esportiva.
Você sabe que não está se alimentando bem quando:
1) O rendimento cai. O corredor fica visivelmente mais cansado, perde o pique e fica mais suscetível a resfriados e doenças infecciosas, como viroses. Isso porque ocorre a imunosupressão, ou seja, uma baixa no sistema imunológico do corpo, enfraquecendo-o por completo
2) Sente dores musculares constantemente
3) Fica com fadiga crônica. Ou seja, mesmo depois de uma boa noite de sono sente-se cansado
4) Ganha peso.
A NUTRIÇÃO NO DIA-A-DIA DO TREINO
- Não faça exercícios em jejum: para que o corpo se exercite, é preciso que ele esteja abastecido. O principal combustível necessário à atividade muscular é o carboidrato, que, relembrando, em forma de glicogênio muscular, permite a manutenção de trabalhos com carga. Quando o nível de açúcar circulante no sangue está baixo, o organismo não consegue manter a mesma eficiência física. Portanto, perde desempenho
- Hidrate-se sempre: Durante os exercícios, a produção de calor gera suor para que ocorra o resfriamento do corpo através da evaporação. Há perda de líquido. Além disso, a glicose necessita de moléculas de água para entrar dentro das fibras musculares
- Reponha as energias gastas logo após o esforço: Com a atividade muscular e o uso do glicogênio muscular na produção de energia, um hormônio regulador dos estoques de glicogênio está ativo, apenas esperando mais carboidratos para serem levados aos músculos. Sendo assim, o ideal é ingerir alimentos como pão, barrinhas de cereais, frutas, frutas secas imediatamente após o exercício ou até, no máximo, 2h depois.
- Atenção às proteínas: A reparação das fibras musculares, que se rompem com o exercício, é papel das proteínas. Por isso, a dieta deve apresentar alimentos como o leite, queijos, iogurte, carnes, ovos e leguminosas. Uma pessoa deve ingerir 1,4 – 2,0 g de proteína por quilo de peso corporal por dia.
- Respeite os horários das refeições: Eles devem ser determinados de acordo com as características individuais. Se o atleta possui mais que um período de treino por dia, ele pode necessitar de mais que seis refeições diárias; deve alimentar-se sempre próximo aos períodos de treinamento, etc. O recomendado é que devemos nos alimentar a cada 3h, para manter o metabolismo sempre em funcionamento.
- De olho na balança: Com quantidades maiores de proteínas e carboidratos, o atleta deve estar certo de que treina o suficiente para queimar seu combustível, fazendo jus ao que come. Evite frituras, carnes gordas, excesso de óleo nas preparações, requeijão, creme de leite e chantili, sorvetes e outros cremes doces e salgados. Inclua sempre hortaliças (folhas e legumes) no prato e frutas de sobremesa. Elas contribuirão para o fortalecimento do sistema imunológico, depreciado com a prática esportiva intensa.
QUALIDADE X QUANTIDADE
Os indivíduos não são iguais. Além de apresentarem características físicas particulares, em conseqüência da genética, ainda possuem rotinas diferentes e, no caso do esporte, nível de condicionamento físico e metas estabelecidas discrepantes, fatores que dificultam uma padronização das necessidades alimentares. Entretanto, algumas regras são básicas a todos, sendo atletas ou não.
"O atleta, diferente do indivíduo comum, deve ter em mente que sua principal preocupação em relação à alimentação é com a qualidade do que se come. Comparemos o corpo com um carro de Fórmula 1. Se colocarmos gasolina comum em um carro desses, ele se movimentará como qualquer outro carro, mas não atingirá o máximo de sua potência, pois para isso precisaria de um combustível mais potente. O mesmo acontece com o corpo humano”, define Antônio Herbert Lancha Júnior, doutor em nutrição esportiva e professor titular da Escola de Educação Física, esporte e Saúde da Universidade São Paulo, USP.
Os corredores que estão preocupados com a performance devem ser muito mais rigorosos e disciplinados do que aqueles que visam apenas saúde e bem-estar “A importância da alimentação é diretamente proporcional à complexidade da meta que o atleta tem. Se for manter a saúde, ele ainda tem uma folga e pode sair da linha de vez em quando. Se for correr uma maratona, tem obrigação de seguir à risca a dieta, senão seu desempenho deixará a desejar”. Para Lancha, se o atleta não estiver respeitando um dos três pilares que compõem o treinamento, estará comprometendo toda sua preparação. "Alimentação + descanso + treino devem ser respeitados, pois têm a mesma importância no resultado final: cada um contribui com um terço, ou seja, 33%. São totalmente interdependentes", explica o doutor em nutrição esportiva.
Você sabe que não está se alimentando bem quando:
1) O rendimento cai. O corredor fica visivelmente mais cansado, perde o pique e fica mais suscetível a resfriados e doenças infecciosas, como viroses. Isso porque ocorre a imunosupressão, ou seja, uma baixa no sistema imunológico do corpo, enfraquecendo-o por completo
2) Sente dores musculares constantemente
3) Fica com fadiga crônica. Ou seja, mesmo depois de uma boa noite de sono sente-se cansado
4) Ganha peso.
A NUTRIÇÃO NO DIA-A-DIA DO TREINO
- Não faça exercícios em jejum: para que o corpo se exercite, é preciso que ele esteja abastecido. O principal combustível necessário à atividade muscular é o carboidrato, que, relembrando, em forma de glicogênio muscular, permite a manutenção de trabalhos com carga. Quando o nível de açúcar circulante no sangue está baixo, o organismo não consegue manter a mesma eficiência física. Portanto, perde desempenho
- Hidrate-se sempre: Durante os exercícios, a produção de calor gera suor para que ocorra o resfriamento do corpo através da evaporação. Há perda de líquido. Além disso, a glicose necessita de moléculas de água para entrar dentro das fibras musculares
- Reponha as energias gastas logo após o esforço: Com a atividade muscular e o uso do glicogênio muscular na produção de energia, um hormônio regulador dos estoques de glicogênio está ativo, apenas esperando mais carboidratos para serem levados aos músculos. Sendo assim, o ideal é ingerir alimentos como pão, barrinhas de cereais, frutas, frutas secas imediatamente após o exercício ou até, no máximo, 2h depois.
- Atenção às proteínas: A reparação das fibras musculares, que se rompem com o exercício, é papel das proteínas. Por isso, a dieta deve apresentar alimentos como o leite, queijos, iogurte, carnes, ovos e leguminosas. Uma pessoa deve ingerir 1,4 – 2,0 g de proteína por quilo de peso corporal por dia.
- Respeite os horários das refeições: Eles devem ser determinados de acordo com as características individuais. Se o atleta possui mais que um período de treino por dia, ele pode necessitar de mais que seis refeições diárias; deve alimentar-se sempre próximo aos períodos de treinamento, etc. O recomendado é que devemos nos alimentar a cada 3h, para manter o metabolismo sempre em funcionamento.
- De olho na balança: Com quantidades maiores de proteínas e carboidratos, o atleta deve estar certo de que treina o suficiente para queimar seu combustível, fazendo jus ao que come. Evite frituras, carnes gordas, excesso de óleo nas preparações, requeijão, creme de leite e chantili, sorvetes e outros cremes doces e salgados. Inclua sempre hortaliças (folhas e legumes) no prato e frutas de sobremesa. Elas contribuirão para o fortalecimento do sistema imunológico, depreciado com a prática esportiva intensa.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
VOCÊ SE OBSERVA?
¨ Sente muitas dores na cabeça?
¨ Fraqueza ou desânimo?
¨ Insônia ou sono excessivo?
¨ Coceira nos olhos ou olheiras?
¨ Coceira ou zunido nos ouvidos?
¨ Alergias respiratórias?
¨ Aftas?
¨ Acne(Espinhas)?
¨ Celulite, estrias ou flacidez?
¨ Calor ou suor excessivo?
¨ Pele e cabelos secos?
¨ TPM, dores nas pernas?
¨ Alterações intestinais?
¨ Dificuldade no aprendizado?
¨ Irritabilidade?
¨ Urina muito ou coceira genital?
¨ Unhas trincadas e ressecadas?
A sua alimentação influencia nestes sintomas!
¨ Fraqueza ou desânimo?
¨ Insônia ou sono excessivo?
¨ Coceira nos olhos ou olheiras?
¨ Coceira ou zunido nos ouvidos?
¨ Alergias respiratórias?
¨ Aftas?
¨ Acne(Espinhas)?
¨ Celulite, estrias ou flacidez?
¨ Calor ou suor excessivo?
¨ Pele e cabelos secos?
¨ TPM, dores nas pernas?
¨ Alterações intestinais?
¨ Dificuldade no aprendizado?
¨ Irritabilidade?
¨ Urina muito ou coceira genital?
¨ Unhas trincadas e ressecadas?
A sua alimentação influencia nestes sintomas!
Sinais da Língua
Marcas de dentes na lateral: sinal de deficiências nutricionais, digestão prejudicada, função do baço fraca, provavelmente gerando gases e inchaço.
Rachaduras no centro: significa estomago fraco, e a digestão não está como deveria. Geralmente sensação de inchaço após ingestão alimentar ou queda de energia no meio do dia.
Marcas vermelhas: indica um stress emocional. Pode ser algo do passado mas que vem sendo trazido inconscientemente ou devido à presentes circunstâncias.
Inflamada (sore tongue): deficiência de ferro, B6 ou niacina.
Inchada e/ou com uma camada grossa e branca: indicação de muito muco no corpo ou falta de bactérias benéficas no corpo e possivelmente elevação de fungos.
Linhas horizontais, pequenas rachaduras: sinal de mal absorção, especialmente vitamina B, e falta de energia. Longo período de deficiência porque são marcas que demoram a aparecer.
Camada grossa amarelada: indica excesso de calor no intestino. Também significa deficiência de bactériasbenéfcas. Se a camada estiver no final da língua precisa avaliar o cólon. Seu intestino não deve funcionar como deveria.
Esteja sempre atento e diante de alguma dessas observações procure um Nutricionista.
Rachaduras no centro: significa estomago fraco, e a digestão não está como deveria. Geralmente sensação de inchaço após ingestão alimentar ou queda de energia no meio do dia.
Marcas vermelhas: indica um stress emocional. Pode ser algo do passado mas que vem sendo trazido inconscientemente ou devido à presentes circunstâncias.
Inflamada (sore tongue): deficiência de ferro, B6 ou niacina.
Inchada e/ou com uma camada grossa e branca: indicação de muito muco no corpo ou falta de bactérias benéficas no corpo e possivelmente elevação de fungos.
Linhas horizontais, pequenas rachaduras: sinal de mal absorção, especialmente vitamina B, e falta de energia. Longo período de deficiência porque são marcas que demoram a aparecer.
Camada grossa amarelada: indica excesso de calor no intestino. Também significa deficiência de bactériasbenéfcas. Se a camada estiver no final da língua precisa avaliar o cólon. Seu intestino não deve funcionar como deveria.
Esteja sempre atento e diante de alguma dessas observações procure um Nutricionista.
Sobre os Adoçantes Artificiais
O adoçante além de ser um produto químico, possui algumas substâncias nocivas como: sacarina, aspartame, ciclamato monossódico, e etc, que são prejudiciais as nossas células, gerando obesidade.
Além de termos os mesmos receptores para açúcar na língua e no intestino, antes pensava-se que, ao ingerir algum tipo de carboidrato, o mesmo ao chegar no intestino, liberava-se insulina. Porém, as últimas pesquisas científicas mostram que ao colocar o alimento na boca já é liberado jatos de insulina, ou seja, como o adoçante tem um poder edulcorante muito maior que os carboidratos e açúcar, com o tempo causa R. I (resistência à insulina).
Daí surge obesidade central, com aumento da circulação de glicose livre no sangue, picos glicêmicos e mais R.I. (hipoglicemia).
E ainda, os adoçantes achatam as papilas gustativas, onde utiliza- se cada vez mais o produto e tem menos paladar tanto para produtos doces como sabor de alimentos.
O adoçante à base de Stévia é o "menos pior" pois é proveniente de uma planta.
A Nutricionista orienta retirar todo o adoçante, salvo para diabéticos, e quando for extremamente necessário adoçar (limonada suíça, maracujá), utilizar o mínimo de açúcar orgânico, açúcar mascavo ou mel.
Isso depende do estado nutricional, que deverá ser avaliado por um(a) Nutricionista, antes de alguma modificação na sua alimentação.
Dra. Flavia Rodrigues
Nutricionista
Além de termos os mesmos receptores para açúcar na língua e no intestino, antes pensava-se que, ao ingerir algum tipo de carboidrato, o mesmo ao chegar no intestino, liberava-se insulina. Porém, as últimas pesquisas científicas mostram que ao colocar o alimento na boca já é liberado jatos de insulina, ou seja, como o adoçante tem um poder edulcorante muito maior que os carboidratos e açúcar, com o tempo causa R. I (resistência à insulina).
Daí surge obesidade central, com aumento da circulação de glicose livre no sangue, picos glicêmicos e mais R.I. (hipoglicemia).
E ainda, os adoçantes achatam as papilas gustativas, onde utiliza- se cada vez mais o produto e tem menos paladar tanto para produtos doces como sabor de alimentos.
O adoçante à base de Stévia é o "menos pior" pois é proveniente de uma planta.
A Nutricionista orienta retirar todo o adoçante, salvo para diabéticos, e quando for extremamente necessário adoçar (limonada suíça, maracujá), utilizar o mínimo de açúcar orgânico, açúcar mascavo ou mel.
Isso depende do estado nutricional, que deverá ser avaliado por um(a) Nutricionista, antes de alguma modificação na sua alimentação.
Dra. Flavia Rodrigues
Nutricionista
quinta-feira, 19 de março de 2009
Papel do zinco na saúde mental materna e infantil.
Problemas de saúde mental em mulheres, crianças, e adolescentes são um significante problema de saúde pública. Devido a barreiras para o tratamento efetivo desses problemas, pesquisadores estão buscando a nutrição como alternativa para melhor entendimento dos aspectos da saúde mental. O objetivo deste artigo foi revisar a evidência da relação entre o zinco e desordens da saúde mental com um foco sobre dois problemas de saúde mental que comumente afetam mulheres e crianças: depressão e desordem de hiperatividade e déficit de atenção (ADHD). Uma pesquisa da literatura dos bancos de dados do Medline e PsychInfo foi conduzida com o uso de termos chave. A revisão incluiu artigos de 1975 a Maio de 2008, mas focou artigos publicados nos últimos anos. Relações entre concentrações de zinco e comportamento dos animais; a relação entre deficiência de zinco, depressão, e ADHD em pacientes e amostras da comunidade; e os potenciais mecanismos biológicos para essas relações foram explorados. Os dados apóiam uma relação entre baixas concentrações de zinco e problemas de saúde mental, especialmente em populações de risco. Evidências para o uso potencial de zinco no tratamento de problemas de saúde mental vêm principalmente de pacientes e é mais forte quando o zinco é dado em combinação com o tratamento farmacológico. Menos evidências conclusivas existem para a efetividade do zinco isolado ou em amostras da comunidade em geral. Recomendações para pesquisas futuras nesta área são fornecidas.
fonte: www.vponline.com.br
fonte: www.vponline.com.br
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Multinacionais cortam propaganda de alimentos para crianças
Indústrias multinacionais de alimentos que atuam no Brasil decidiram extinguir propagandas e atividades de marketing para o público infantil. É o que informa uma reportagem da repórter Cristiane Barbieri, do jornal Folha de São Paulo, publicada no último sábado (17). "Entre as determinações, não haverá mais nenhum tipo de propaganda ou atividade de marketing para crianças de até seis anos. Nesse caso, as campanhas serão dirigidas a seus pais. Já para os maiores de seis anos, as informações transmitidas enfatizarão o uso de dietas balanceadas e saudáveis", informa a Folha. Segundo a reprtagem, "a iniciativa entra em vigor agora e foi tomada após a assinatura do termo de compromisso europeu EU-Pledge, em 2007, cuja intenção é fazer com que as empresas se comuniquem de forma mais responsável com as crianças". A Folha informou que esse compromisso foi assinado por onze grandes empresas: Nestlé, Coca-Cola, Pepsi, Danone, Kellogg's, Kraft, Unilever, Burger King, Ferrero,Mars e General Mills. A reportagem afirma que "a iniciativa é uma resposta às pressões que a indústria alimentícia tem enfrentado com relação a sua comunicação em todo o mundo". A idéia de regulamentação da publicidade de alimentos para crianças foi uma das diversas propostas extraídas da III Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em julho de 2006, em Fortaleza. Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu consulta pública 71/06, para receber contribuições acerca da regulamentação da publcidade de alimentos. A consulta chegou a ser prorrogada e, ao final, recebeu 254 manifestações, encaminhadas por 248 contribuintes. Na reportagem do último sábado, o jornal avaliou que "o temor das empresas é de que a regulamentação rígida a ponto de banir a propaganda de alimentos, a exemplo do que aconteceu com os cigarros". "As mudanças são uma resposta à iniciativa da Anvisa", diz João Mattar, professor de marketing da Escola Superior de Marketing e Propaganda (ESPM), ouvido pelo jornal. "Se as empresas não se mobilizarem, acabarão pressionadas por outros setores da sociedade, que interferirão de maneira mais radical", avaliou. Outra fonte ouvida pela reportagem da Folha foi Laís Fontenele Pereira, coordenadora do projeto Criança e Consumo, do Instituo Alana. Segundo ela, a mudança é um avanço, mas ainda há muito a ser feito. "Seria melhor se suspendesse a publicidade até os 12 anos, e não só até os seis anos", avaliou ela.Assessoria de Comunicação(61) 3411.3349 / 2747 www.presidencia.gov.br/consea ascom@consea.planalto.gov.br
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Cálcio X Obesidade
O cálcio é extremamente importante para o organismo, pois age como mensageiro no nosso corpo, o que permite que as células respondam a diversos estímulos. Além disso, faz parte da mineralização óssea, ativa enzimas e auxilia na hidrólise (quebra) de nutrientes, participa da contração muscular e também auxilia no tratamento e prevenção da obesidade. As principais fontes de cálcio são: gergelim, amêndoas, melado, soja, vegetais verdes folhosos escuros, tofu, feijões, brócolis entre outros.
O cálcio está relacionado com o controle do peso corporal da seguinte forma: o aumento do consumo de cálcio diminui o hormônio PTH e a vitamina D, substâncias essas que diminuem a concentração de cálcio dentro da célula facilitando a quebra de gordura corporal, e auxiliando o emagrecimento. Assim como o contrário é verdadeiro, a deficiência de cálcio pode levar a formação de gordura corporal.
Outro fator que pode fazer com que o cálcio intracelular favoreça o acúmulo de gordura é a deficiência de magnésio, sendo que a maioria das pessoas consome poucas fontes deste mineral (presente na semente de abóbora, amêndoas, avelã, castanha-do-Brasil, caju, tofu, amendoim, nozes, pistache, melado, semente de girassol, chocolate sem açúcar, acelga cozida, alcachofra inteira cozida, espinafre, feijão preto, quiabo, etc.) Mas cuidado, todo excesso é prejudicial, inclusive de cálcio, pois o excesso pode levar a problemas renais e desequilíbrio com outros minerais, prejudicando a saúde como um todo.
É importante lembrar também que o emagrecimento depende de inúmeros fatores. Por exemplo, o leite de vaca que muitas pessoas usam pra obter cálcio, está bastante associado com hipersensibilidade alimentar, apesar de a maioria das pessoas não saber que possuem esta sensibilidade. O consumo deste alimento e seus derivados pode estar associado com rinites, sinusites, bronquites, celulites, dores de cabeça, depressão entre outros, em pessoas sensíveis. Nestes casos temos o aumento da inflamação no organismo que leva a um estado conhecido como resistência à insulina, que prejudica o emagrecimento. Assim, apesar de conter cálcio, em pessoas com hipersensibilidade o cálcio do leite não terá esse efeito benéfico na regulação do peso corporal. Portanto, a individualidade bioquímica deve ser avaliada por um nutricionista capacitado, e é neste sentido que a Nutrição Funcional vem trabalhando.
Algumas dicas para aumentar o consumo e a absorção de cálcio:- Diminuir a ingestão de sal: cada 500mg de sódio, excretam 10mg de cálcio e 1g de sódio excreta de 20 a 40 mg de cálcio.- Não consuma proteínas em excesso: cada grama de proteína excreta 1,75mg de cálcio.- Cuidado com o excesso de gordura: pode aumentar excreção de cálcio.- Excesso de cafeína: diminui a retenção de cálcio no organismo de pessoas com dieta pobre em cálcio e aumenta a excreção de cálcio em mulheres na menopausa.- Evitar ingerir fontes de cálcio com excesso de ferro porque estes nutrientes interagem entre si, diminuindo a absorção do cálcio.- Evitar consumir fontes de oxalato, por exemplo, o chocolate, no mesmo horário que as fontes de cálcio, pois eles se ligam e são excretados nas fezes, diminuindo seu aproveitamento.- Tenha uma alimentação equilibrada, pois a ação em conjunto dos nutrientes é que vai fazer o cálcio ser bem aproveitado e realizar suas funções.
O cálcio está relacionado com o controle do peso corporal da seguinte forma: o aumento do consumo de cálcio diminui o hormônio PTH e a vitamina D, substâncias essas que diminuem a concentração de cálcio dentro da célula facilitando a quebra de gordura corporal, e auxiliando o emagrecimento. Assim como o contrário é verdadeiro, a deficiência de cálcio pode levar a formação de gordura corporal.
Outro fator que pode fazer com que o cálcio intracelular favoreça o acúmulo de gordura é a deficiência de magnésio, sendo que a maioria das pessoas consome poucas fontes deste mineral (presente na semente de abóbora, amêndoas, avelã, castanha-do-Brasil, caju, tofu, amendoim, nozes, pistache, melado, semente de girassol, chocolate sem açúcar, acelga cozida, alcachofra inteira cozida, espinafre, feijão preto, quiabo, etc.) Mas cuidado, todo excesso é prejudicial, inclusive de cálcio, pois o excesso pode levar a problemas renais e desequilíbrio com outros minerais, prejudicando a saúde como um todo.
É importante lembrar também que o emagrecimento depende de inúmeros fatores. Por exemplo, o leite de vaca que muitas pessoas usam pra obter cálcio, está bastante associado com hipersensibilidade alimentar, apesar de a maioria das pessoas não saber que possuem esta sensibilidade. O consumo deste alimento e seus derivados pode estar associado com rinites, sinusites, bronquites, celulites, dores de cabeça, depressão entre outros, em pessoas sensíveis. Nestes casos temos o aumento da inflamação no organismo que leva a um estado conhecido como resistência à insulina, que prejudica o emagrecimento. Assim, apesar de conter cálcio, em pessoas com hipersensibilidade o cálcio do leite não terá esse efeito benéfico na regulação do peso corporal. Portanto, a individualidade bioquímica deve ser avaliada por um nutricionista capacitado, e é neste sentido que a Nutrição Funcional vem trabalhando.
Algumas dicas para aumentar o consumo e a absorção de cálcio:- Diminuir a ingestão de sal: cada 500mg de sódio, excretam 10mg de cálcio e 1g de sódio excreta de 20 a 40 mg de cálcio.- Não consuma proteínas em excesso: cada grama de proteína excreta 1,75mg de cálcio.- Cuidado com o excesso de gordura: pode aumentar excreção de cálcio.- Excesso de cafeína: diminui a retenção de cálcio no organismo de pessoas com dieta pobre em cálcio e aumenta a excreção de cálcio em mulheres na menopausa.- Evitar ingerir fontes de cálcio com excesso de ferro porque estes nutrientes interagem entre si, diminuindo a absorção do cálcio.- Evitar consumir fontes de oxalato, por exemplo, o chocolate, no mesmo horário que as fontes de cálcio, pois eles se ligam e são excretados nas fezes, diminuindo seu aproveitamento.- Tenha uma alimentação equilibrada, pois a ação em conjunto dos nutrientes é que vai fazer o cálcio ser bem aproveitado e realizar suas funções.
Nutricao e estética-A Nutricao pode retardar o envelhecimento?
O envelhecimento da pele ocorre devido a fatores genéticos e a fatores ambientais, sendo que a alimentação é a opção mais facilmente modificável, que pode auxiliar a combater os radicais livres produzidos pelo estresse do nosso dia-a-dia.
Dependendo do estilo de vida que temos, produzimos cada vez mais radicais livres e o excesso desta produção danifica as células do nosso corpo, inclusive as células da pele, levando ao envelhecimento.
Sendo assim, a alimentação é muito importante para combater o envelhecimento, tanto dos nossos órgãos, quanto da nossa pele. Isto ocorre porque a produção de radicais livres é reduzida quando você retira da alimentação substâncias que aumentam a sua produção, como por exemplo aditivos químicos como corantes, conservantes, emulsificantes, acidificantes e muitos outros, excesso de gorduras saturadas e trans ou ainda alimentos com calorias vazias, ou seja, possuem calorias mas não outros nutrientes benéficos. Estas substâncias são encontradas em grande quantidade em produtos industrializados de uma maneira geral e fast foods.
Além disso, através de uma alimentação adequada, nossas células irão receber os nutrientes que vão neutralizar a ação negativa dos radicais produzidos por qualquer causa, seja pela poluição, excesso de atividade física, estresse, ou mesmo os danos provocados pelos radicais produzidos normalmente pelo nosso organismo. Desta forma a alimentação efetivamente pode diminuir o risco do desenvolvimento envelhecimento precoce.
Além deste benefício, não só a pele ficará mais bonita, assim como haverá um bom funcionamento de todo seu organismo, então, se alimentar bem trará ainda mais disposição e bem-estar e te proporcionará um equilíbrio orgânico em que você se sentirá melhor como um todo, diminuindo o risco inclusive de doenças mais graves como diabetes, doenças cardíacas, câncer, ou mesmo um intestino preso. E este estado vai facilitar uma vida sem estresse e com maior ânimo para práticas esportivas, melhorando ainda mais a saúde e a pele.
Este benefício será proporcionado quando estes alimentos benéficos são ingeridos em equilíbrio nas refeições durante o dia. Isto ocorre porque nosso organismo é dinâmico, portanto devemos nutrir nossas células freqüentemente, ou seja, é importante colocarmos em prática a ingestão de alimentos a cada 3 horas para prevenir também o envelhecimento precoce.
Existem alguns exemplos de alimentos que podem ajudar a nutrir nossas células e diminuir o risco do envelhecimento precoce, lembrando que a melhor opção vai depender de cada indivíduo, portanto, o ideal é procurar o aconselhamento de um nutricionista capacitado. São eles:
- Açaí: Rico em fitoquímicos como as antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Ingerir de meia a uma porção por dia.- Aveia: Contém beta-glucanas que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea, diminuindo o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico, produzindo mais radicais livres. Consumir 1 colher de sopa de aveia por dia.- Chá verde: Riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por dia, de preferência longe das refeições. Evite consumir o chá verde no período noturno pois possui cafeína e pode alterar o sono.- Gergelim: rico em antioxidantes, diminuindo os danos causados pelos radicais livres na pele. Consumir 1 colher de sopa por dia.- Soja: Possui isoflavonas que diminuem o processo inflamatório da pele. O extrato de soja também pode aumentar a síntese de colágeno, o que pode retardar o envelhecimento cutâneo. Para garantir todos seus efeitos tem que ingerir 25g de proteína da soja.- Tomate, goiaba e melancia: ricos em licopeno (confere a coloração vermelha aos alimentos), possui atividade antioxidante e auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer. Também diminui o processo inflamatório. Consumir duas porções ao dia, de preferência cozidos ou processados para melhor aproveitamento do licopeno.
Dependendo do estilo de vida que temos, produzimos cada vez mais radicais livres e o excesso desta produção danifica as células do nosso corpo, inclusive as células da pele, levando ao envelhecimento.
Sendo assim, a alimentação é muito importante para combater o envelhecimento, tanto dos nossos órgãos, quanto da nossa pele. Isto ocorre porque a produção de radicais livres é reduzida quando você retira da alimentação substâncias que aumentam a sua produção, como por exemplo aditivos químicos como corantes, conservantes, emulsificantes, acidificantes e muitos outros, excesso de gorduras saturadas e trans ou ainda alimentos com calorias vazias, ou seja, possuem calorias mas não outros nutrientes benéficos. Estas substâncias são encontradas em grande quantidade em produtos industrializados de uma maneira geral e fast foods.
Além disso, através de uma alimentação adequada, nossas células irão receber os nutrientes que vão neutralizar a ação negativa dos radicais produzidos por qualquer causa, seja pela poluição, excesso de atividade física, estresse, ou mesmo os danos provocados pelos radicais produzidos normalmente pelo nosso organismo. Desta forma a alimentação efetivamente pode diminuir o risco do desenvolvimento envelhecimento precoce.
Além deste benefício, não só a pele ficará mais bonita, assim como haverá um bom funcionamento de todo seu organismo, então, se alimentar bem trará ainda mais disposição e bem-estar e te proporcionará um equilíbrio orgânico em que você se sentirá melhor como um todo, diminuindo o risco inclusive de doenças mais graves como diabetes, doenças cardíacas, câncer, ou mesmo um intestino preso. E este estado vai facilitar uma vida sem estresse e com maior ânimo para práticas esportivas, melhorando ainda mais a saúde e a pele.
Este benefício será proporcionado quando estes alimentos benéficos são ingeridos em equilíbrio nas refeições durante o dia. Isto ocorre porque nosso organismo é dinâmico, portanto devemos nutrir nossas células freqüentemente, ou seja, é importante colocarmos em prática a ingestão de alimentos a cada 3 horas para prevenir também o envelhecimento precoce.
Existem alguns exemplos de alimentos que podem ajudar a nutrir nossas células e diminuir o risco do envelhecimento precoce, lembrando que a melhor opção vai depender de cada indivíduo, portanto, o ideal é procurar o aconselhamento de um nutricionista capacitado. São eles:
- Açaí: Rico em fitoquímicos como as antocianinas e proantocianinas que são importantes antioxidantes. Ingerir de meia a uma porção por dia.- Aveia: Contém beta-glucanas que diminuem o desenvolvimento da inflamação cutânea, diminuindo o processo inflamatório que eleva o estresse orgânico, produzindo mais radicais livres. Consumir 1 colher de sopa de aveia por dia.- Chá verde: Riquíssimo em catequinas e polifenóis, melhora a formação de colágeno e inibe o aparecimento de células cancerígenas na pele. Ingerir de 3 a 4 xícaras de chá por dia, de preferência longe das refeições. Evite consumir o chá verde no período noturno pois possui cafeína e pode alterar o sono.- Gergelim: rico em antioxidantes, diminuindo os danos causados pelos radicais livres na pele. Consumir 1 colher de sopa por dia.- Soja: Possui isoflavonas que diminuem o processo inflamatório da pele. O extrato de soja também pode aumentar a síntese de colágeno, o que pode retardar o envelhecimento cutâneo. Para garantir todos seus efeitos tem que ingerir 25g de proteína da soja.- Tomate, goiaba e melancia: ricos em licopeno (confere a coloração vermelha aos alimentos), possui atividade antioxidante e auxilia na prevenção de alguns tipos de câncer. Também diminui o processo inflamatório. Consumir duas porções ao dia, de preferência cozidos ou processados para melhor aproveitamento do licopeno.
Nutrientes e memória
Existem evidências que indicam que a ingestão de nutrientes promove melhora no desempenho da memória e na função cognitiva quando possuem uma dieta deficiente de nutrientes.
Estudos indicam que a alimentação desde o nascimento é fundamental para um bom desempenho do nosso sistema cognitivo e de nossa memória. Pesquisam indicam que crianças que recebem leite materno apresentam desenvolvimento cognitivo maior do que as que receberam fórmulas infantis.
Além disso, um estudo analisou a alimentação de mais de 1000 pessoas e foi associada com problemas neurológicos, e verificou que a deficiência de ácido fólico, assim como níveis aumentados de homocisteína no sangue (que pode indicar deficiência de ácido fólico, vitamina B6 ou B12), são fatores de risco para o desenvolvimento de demência e doença de Alzheimer.
Além disso, pesquisadores verificaram que pacientes com diabetes que tinham controle dos níveis de glicose do sangue apresentavam melhor desempenho cognitivo em comparação aos pacientes com níveis de glicose desequilibrados, o que reforça a necessidade de uma alimentação fracionada, ingerindo alimentos a cada 3 horas, em menor quantidade.
Além de uma alimentação fracionada, é importante seguir uma alimentação equilibrada em nutrientes e compostos bioativos, que irão promover um equilíbrio do organismo, fazendo com que todos os nossos órgãos trabalhem adequadamente, além da memória. Quando não for possível através da alimentação atingir as recomendações necessárias dos nutrientes, uma suplementação pode ser uma estratégia eficaz para otimizar a nossa memória, lembrando que esta suplementação, bem como as orientações alimentares devem ser realizadas por um nutricionista capacitado.
Não existe um consenso nos estudos sobre determinados alimentos que possam ajudar a prevenir perdas cognitivas e de memória, mas existem alguns nutrientes que parecem ter funções importantes, e é a partir destas informações que devemos buscar alimentos fonte destes nutrientes, sendo que o seu consumo deve ser diário. São eles:
- Vitamina C: exerce atividade antioxidante - mamão, melão, laranja, água de coco;- Vitamina E: também é antioxidante e parece ter ação benéfica secundária aos benefícios deste nutriente contra doenças vasculares - abacate, óleo de girassol, peixes;- Vitamina A e beta-caroteno: são antioxidantes e regulam a expressão de nossos genes - carne, cenoura, batata doce, abóbora, tomate, brócolis;- Ácido fólico: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - feijão, batata, brócolis, vagem;- Vitamina B6: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - frango, banana, cereais integrais, semente de gergelim;- Vitamina B12: também atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - carnes, ovos, leite;- Ácidos graxos poliinsaturados: regulam a energia na região cerebral e são componentes da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina que auxilia na rapidez com que as informações são transmitidas de uma célula para outra - azeite de oliva, óleo de canola, linhaça;- Colina: a colina é precursora da fosfatidilcolina que é importante na sinalização celular e da fosfatdilserina, que está associada com melhora da depressão e da função cognitiva. Tem importante função cerebral essencial para o desenvolvimento dos fetos, protege contra defeitos do tubo neural e da memória - gema de ovo;- Ferro: sua deficiência diminui o fornecimento de energia e oxigênio ao cérebro - carnes, feijão, lentilha, damasco;- Boro: sua deficiência diminui a atividade cerebral e o desempenho cognitivo, mas seu excesso pode ser tóxico - amêndoas, frutas secas, suco de uva, feijão, água (dependendo da procedência);- Zinco: impede a aceleração do envelhecimento do cérebro - carne, frango, peixe, cereais integrais, feijão, soja, lentilha;- Carboidratos integrais: mantém glicose no sangue, principal fonte de energia do cérebro - arroz integral, aveia, farinha integral.
Estudos indicam que a alimentação desde o nascimento é fundamental para um bom desempenho do nosso sistema cognitivo e de nossa memória. Pesquisam indicam que crianças que recebem leite materno apresentam desenvolvimento cognitivo maior do que as que receberam fórmulas infantis.
Além disso, um estudo analisou a alimentação de mais de 1000 pessoas e foi associada com problemas neurológicos, e verificou que a deficiência de ácido fólico, assim como níveis aumentados de homocisteína no sangue (que pode indicar deficiência de ácido fólico, vitamina B6 ou B12), são fatores de risco para o desenvolvimento de demência e doença de Alzheimer.
Além disso, pesquisadores verificaram que pacientes com diabetes que tinham controle dos níveis de glicose do sangue apresentavam melhor desempenho cognitivo em comparação aos pacientes com níveis de glicose desequilibrados, o que reforça a necessidade de uma alimentação fracionada, ingerindo alimentos a cada 3 horas, em menor quantidade.
Além de uma alimentação fracionada, é importante seguir uma alimentação equilibrada em nutrientes e compostos bioativos, que irão promover um equilíbrio do organismo, fazendo com que todos os nossos órgãos trabalhem adequadamente, além da memória. Quando não for possível através da alimentação atingir as recomendações necessárias dos nutrientes, uma suplementação pode ser uma estratégia eficaz para otimizar a nossa memória, lembrando que esta suplementação, bem como as orientações alimentares devem ser realizadas por um nutricionista capacitado.
Não existe um consenso nos estudos sobre determinados alimentos que possam ajudar a prevenir perdas cognitivas e de memória, mas existem alguns nutrientes que parecem ter funções importantes, e é a partir destas informações que devemos buscar alimentos fonte destes nutrientes, sendo que o seu consumo deve ser diário. São eles:
- Vitamina C: exerce atividade antioxidante - mamão, melão, laranja, água de coco;- Vitamina E: também é antioxidante e parece ter ação benéfica secundária aos benefícios deste nutriente contra doenças vasculares - abacate, óleo de girassol, peixes;- Vitamina A e beta-caroteno: são antioxidantes e regulam a expressão de nossos genes - carne, cenoura, batata doce, abóbora, tomate, brócolis;- Ácido fólico: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - feijão, batata, brócolis, vagem;- Vitamina B6: atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - frango, banana, cereais integrais, semente de gergelim;- Vitamina B12: também atua como co-fator de reações que influenciam o desempenho cognitivo - carnes, ovos, leite;- Ácidos graxos poliinsaturados: regulam a energia na região cerebral e são componentes da estrutura das células nervosas e da bainha de mielina que auxilia na rapidez com que as informações são transmitidas de uma célula para outra - azeite de oliva, óleo de canola, linhaça;- Colina: a colina é precursora da fosfatidilcolina que é importante na sinalização celular e da fosfatdilserina, que está associada com melhora da depressão e da função cognitiva. Tem importante função cerebral essencial para o desenvolvimento dos fetos, protege contra defeitos do tubo neural e da memória - gema de ovo;- Ferro: sua deficiência diminui o fornecimento de energia e oxigênio ao cérebro - carnes, feijão, lentilha, damasco;- Boro: sua deficiência diminui a atividade cerebral e o desempenho cognitivo, mas seu excesso pode ser tóxico - amêndoas, frutas secas, suco de uva, feijão, água (dependendo da procedência);- Zinco: impede a aceleração do envelhecimento do cérebro - carne, frango, peixe, cereais integrais, feijão, soja, lentilha;- Carboidratos integrais: mantém glicose no sangue, principal fonte de energia do cérebro - arroz integral, aveia, farinha integral.
Mitos e verdades sobre a VitC
A vitamina C é um nutriente que, em conjunto com diversos outros nutrientes, faz parte do sistema imunológico, e já foi verificado que em resfriados existe uma excreção maior dessa vitamina, mostrando que apesar de a suplementação não ser necessária segundo alguns estudos, isso não quer dizer que não seja um nutriente essencial para o sistema de defesa.
Além disso, a vitamina C pode atuar de maneira efetiva no combate ao envelhecimento. Nosso corpo entra em contato com muitos agentes estressantes como agrotóxicos, produtos químicos, poluição, estresse emocional, e tudo isso produz radicais livres que atacam diversas estruturas do corpo inclusive células da pele, com isso você acelera o envelhecimento. A vitamina C é um antioxidante que previne a ação dos radicais livres, evitando assim um envelhecimento precoce. Porém, não podemos esquecer que a vitamina C é uma das dezenas de substâncias antioxidantes que conhecemos.
A vitamina C ainda tem importante ação no auxílio da absorção do ferro não-heme, que encontramos principalmente nos produtos de origem vegetal, como o feijão, lentilha, vegetais verdes escuros, etc. A vitamina C faz uma ionização de minerais, e essa ionização deixa esses nutrientes numa forma mais facilmente absorvida pelo organismo. Mas, para observar essa ação, a vitamina C deve ser ingerida na mesma refeição em que há alta ingestão de ferro.
A vitamina C possui ainda vários benefícios ao organismo:- Atua como co-fator ou co-substrato de diferentes enzimas, isso quer dizer que sem a vitamina C essas enzimas não terão um funcionamento adequado;- Conversão do colesterol em ácidos graxos biliares, ou seja, retira o colesterol que temos no organismo e o transforma em uma enzima que vai auxiliar na digestão alimentar;- Ação antioxidante;- Ajuda a “economizar” a vitamina E.
Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são as frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), mamão papaia, morango, kiwi, melão, tomate, manga, etc. Porém, deve-se tomar cuidado com a forma de consumo destes alimentos, pois a vitamina C é rapidamente perdida na cocção. A estocagem de alimentos frescos por longos períodos também reduz significativamente a concentração desta vitamina. Portanto, o consumo de alimentos frescos in natura da época, é o que mais garante o consumo adequado de vitamina C.
Para determinar a necessidade do indivíduo suplementar-se com essa vitamina o ideal é passar por uma consulta com um nutricionista que através de sinais e sintomas, que irá conseguir traçar a melhor estratégia pra cada um, bem como o nutricionista é o profissional capacitado para avaliar se realmente há necessidade de suplementação, ou se é possível suprir as necessidades de vitamina C pela ingestão de alimentos.
Independente da intenção do consumo da vitamina C, ela deve ser consumida em dosagens fracionadas, num intervalo de tempo de aproximadamente 3h ao longo do dia. Isso porque essa vitamina é hidrossolúvel, isso quer dizer que ela tem afinidade com água, sendo assim, aos poucos ela é excretada pela urina, então ela não é armazenada no organismo e sua concentração vai diminuindo com o passar das horas, por isso tem que ser consumida várias vezes ao dia.
Os suplementos vitamínicos são muito mais necessários do que se imagina, mas só devem ser utilizados com a indicação de um profissional capacitado, de uma forma que seja considerada a sua forma química, a interação do nutriente com outros nutrientes, interação com medicamentos que são utilizados por cada paciente, a qualidade de digestão do indivíduo, horário de consumo, e não da forma que encontramos para comprar. Muitas vezes estamos com o corpo desequilibrado do ponto de vista nutricional, necessitando de uma suplementação de vitaminas e minerais, mas o que se encontra são pessoas sem a suplementação necessária, ou com suplementações mal feitas, com nutrientes pouco disponíveis, sem acompanhamento nutricional e o pior de tudo, podendo piorar o quadro do paciente. Por isso, a individualização é essencial e deve ser acompanhada por profissionais competentes.
Além disso, a vitamina C pode atuar de maneira efetiva no combate ao envelhecimento. Nosso corpo entra em contato com muitos agentes estressantes como agrotóxicos, produtos químicos, poluição, estresse emocional, e tudo isso produz radicais livres que atacam diversas estruturas do corpo inclusive células da pele, com isso você acelera o envelhecimento. A vitamina C é um antioxidante que previne a ação dos radicais livres, evitando assim um envelhecimento precoce. Porém, não podemos esquecer que a vitamina C é uma das dezenas de substâncias antioxidantes que conhecemos.
A vitamina C ainda tem importante ação no auxílio da absorção do ferro não-heme, que encontramos principalmente nos produtos de origem vegetal, como o feijão, lentilha, vegetais verdes escuros, etc. A vitamina C faz uma ionização de minerais, e essa ionização deixa esses nutrientes numa forma mais facilmente absorvida pelo organismo. Mas, para observar essa ação, a vitamina C deve ser ingerida na mesma refeição em que há alta ingestão de ferro.
A vitamina C possui ainda vários benefícios ao organismo:- Atua como co-fator ou co-substrato de diferentes enzimas, isso quer dizer que sem a vitamina C essas enzimas não terão um funcionamento adequado;- Conversão do colesterol em ácidos graxos biliares, ou seja, retira o colesterol que temos no organismo e o transforma em uma enzima que vai auxiliar na digestão alimentar;- Ação antioxidante;- Ajuda a “economizar” a vitamina E.
Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina C são as frutas cítricas (laranja, mexerica, limão), mamão papaia, morango, kiwi, melão, tomate, manga, etc. Porém, deve-se tomar cuidado com a forma de consumo destes alimentos, pois a vitamina C é rapidamente perdida na cocção. A estocagem de alimentos frescos por longos períodos também reduz significativamente a concentração desta vitamina. Portanto, o consumo de alimentos frescos in natura da época, é o que mais garante o consumo adequado de vitamina C.
Para determinar a necessidade do indivíduo suplementar-se com essa vitamina o ideal é passar por uma consulta com um nutricionista que através de sinais e sintomas, que irá conseguir traçar a melhor estratégia pra cada um, bem como o nutricionista é o profissional capacitado para avaliar se realmente há necessidade de suplementação, ou se é possível suprir as necessidades de vitamina C pela ingestão de alimentos.
Independente da intenção do consumo da vitamina C, ela deve ser consumida em dosagens fracionadas, num intervalo de tempo de aproximadamente 3h ao longo do dia. Isso porque essa vitamina é hidrossolúvel, isso quer dizer que ela tem afinidade com água, sendo assim, aos poucos ela é excretada pela urina, então ela não é armazenada no organismo e sua concentração vai diminuindo com o passar das horas, por isso tem que ser consumida várias vezes ao dia.
Os suplementos vitamínicos são muito mais necessários do que se imagina, mas só devem ser utilizados com a indicação de um profissional capacitado, de uma forma que seja considerada a sua forma química, a interação do nutriente com outros nutrientes, interação com medicamentos que são utilizados por cada paciente, a qualidade de digestão do indivíduo, horário de consumo, e não da forma que encontramos para comprar. Muitas vezes estamos com o corpo desequilibrado do ponto de vista nutricional, necessitando de uma suplementação de vitaminas e minerais, mas o que se encontra são pessoas sem a suplementação necessária, ou com suplementações mal feitas, com nutrientes pouco disponíveis, sem acompanhamento nutricional e o pior de tudo, podendo piorar o quadro do paciente. Por isso, a individualização é essencial e deve ser acompanhada por profissionais competentes.
Restrição de sono está acompanhada pelo aumento de ingestão de calorias de snacks
Restrição de sono está associada com obesidade e pode alterar a regulação endócrina da fome e apetite. Foi testada a hipótese de que a restrição do sono humano pode promover ingestão energética excessiva. Onze voluntários saudáveis [5 mulheres, 6 homens; média de idade ± DP: 39 ± 5 anos; média do índice de massa corporal ± DP (em kg/m2): 26.5 ± 1.5] completaram em ordem aleatória por 14 dias no laboratório do sono com acesso ad libitum a alimentos palatáveis e 5.5 horas ou 8.5 horas de sono. Os pontos analisados foram calorias de refeições e snacks consumidos durante cada condição de sono. Medidas adicionais incluíram gasto energético total e perfis de 24 horas de leptina sérica e grelina. Sono foi reduzido em 122 ± 25 min por noite durante a condição de 5.5 horas de sono. Apesar da ingestão da refeição permanecer similar (P = 0.51), restrição do sono foi acompanhada pelo consumo aumentado de calorias de snacks (1087 ± 541 comparado com 866 ± 365 kcal/d; P = 0.026), com maior conteúdo de carboidrato (65% comparado com 61%; P = 0.04). Essas alterações não foram associadas com um aumento significante no gasto energético (2526 ± 537 e 2390 ± 369 kcal/d durante períodos de 5.5-h e 8.5-h de sono, respectivamente; P = 0.58), e diferenças não foram encontradas na leptina sérica e grelina entre as duas condições de sono. Restrição de sono recorrente pode modificar a quantidade, composição, e distribuição de ingestão de alimentos, e horas curtas de sono em um ambiente promotor de obesidade pode facilitar o consumo excessivo de energia de snacks, mas não refeições.
FONTE: www.vponline.com.br
FONTE: www.vponline.com.br
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Sobre os Adoçantes:A questão de engordar!
O adoçante além de ser um produto químico, tem algumas substâncias como: sacarina, aspartame, ciclamato monossódico, e etc. Estes são prejudiciais as nossas células, gerando obesidade.
Além de termos os mesmos receptores para açúcar na língua e no intestino, antes pensava-se que ao ingerir algum tipo de carboidrato, o mesmo ao chegar no intestino, liberava-se insulina. Porém, as últimas pesquisas científicas mostram que ao colocar o alimento na boca já é liberado jatos de insulina, ou seja, como o adoçante tem um poder edulcorante muito maior que os carboidratos e açúcar, com o tempo é causa de R. I (resistência à insulina).
Daí surge obesidade central, com aumento da circulação de glicose livre no sangue, picos glicêmicos e mais R.I. (ou seja, hipoglicemia).
E ainda, os adoçantes achatam as papilas gustativas, onde utiliza-se cada vez mais adoçante e tem menos paladar tanto para produtos doces como sabor de alimentos.
O adoçante à base de Stévia é o "menos pior" pois é feito de uma planta.
A Nutricionista orienta retirar todo o adoçante e quando for extremamente necessário adoçar, utilize o mínimo de açúcar orgânico ou açúcar mascavo ou mel ou melado.
Isso depende do estado nutricional, que deverá ser avaliado, antes de alguma modificação na sua alimentação.
Dra. Flavia Rodrigues
Nutricionista
Além de termos os mesmos receptores para açúcar na língua e no intestino, antes pensava-se que ao ingerir algum tipo de carboidrato, o mesmo ao chegar no intestino, liberava-se insulina. Porém, as últimas pesquisas científicas mostram que ao colocar o alimento na boca já é liberado jatos de insulina, ou seja, como o adoçante tem um poder edulcorante muito maior que os carboidratos e açúcar, com o tempo é causa de R. I (resistência à insulina).
Daí surge obesidade central, com aumento da circulação de glicose livre no sangue, picos glicêmicos e mais R.I. (ou seja, hipoglicemia).
E ainda, os adoçantes achatam as papilas gustativas, onde utiliza-se cada vez mais adoçante e tem menos paladar tanto para produtos doces como sabor de alimentos.
O adoçante à base de Stévia é o "menos pior" pois é feito de uma planta.
A Nutricionista orienta retirar todo o adoçante e quando for extremamente necessário adoçar, utilize o mínimo de açúcar orgânico ou açúcar mascavo ou mel ou melado.
Isso depende do estado nutricional, que deverá ser avaliado, antes de alguma modificação na sua alimentação.
Dra. Flavia Rodrigues
Nutricionista
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