Dados recentes têm aumentado com relação à possível associação entre nível elevado de selênio e diabetes e hiperlipidemia na população americana, uma população com concentração elevada deste mineral. Na Inglaterra, uma pupulação com baixa concentração de selênio, há pouca relação com risco cardiometabólico. Foi avaliada a concentração plasmática de selênio e lipídios sanguíneos em amostra representativa da população britânica. O estudo mostrou que níveis plasmáticos maiores de selênio foram associados com aumento de níveis de colesterol total e não HDLc.
O estudo indica que há uma relação inversa entre estado de consumo e nível plasmático de piridoxina (Vit B6) e inflamação.
FONTE: www.sciencehealth.com.br
sábado, 26 de dezembro de 2009
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