quarta-feira, 22 de abril de 2009

Restaurantes usam óleo além do tempo ideal

Pesquisa da UnB mostra que 10 dias de uso aumentam acidez em quatro vezes e gordura saturada em três.
Seis dias é o limite :Fabiana Vasconcelos - Da Secretaria de Comunicação da UnB



Comer alimentos fritos pode ser ainda mais perigoso do que se imagina. Pesquisa da Universidade de Brasília mostra que o óleo de fritura usado nos restaurantes do Distrito Federal chega a apresentar acidez quatro vezes maior que o 0,3% permitido ao produto que sai da fábrica. O índice de gordura saturada também é maior, três vezes mais do que a lei estabelece. Os resultados são de uma pesquisa do Departamento de Nutrição, realizada em quatro estabelecimentos que, juntos, servem 4 mil refeições por dia.
Márcio Antônio Mendonça, tecnólogo e autor do estudo, explica que um alimento frito nessas condições pode causar danos à saúde. “A gordura saturada causa problemas cardiovasculares", diz. "E os radicais livres que se formam com a degradação do óleo favorecem doenças degenerativas e o envelhecimento precoce.”
O estudo analisou amostras de óleo com 10 dias de uso, tempo médio que os restaurantes aguardam para jogá-lo fora. Mas as características do material podem estar ainda piores. “Em alguns locais, aproveita-se o produto por 15 ou até 20 dias, principalmente quando a demanda é pequena”, alerta o pesquisador.
Mendonça afirma que o contato com a luz, com a água dos alimentos, o oxigênio do ar e a temperatura ambiente favorecem a oxidação e a consequente perda de qualidade. A quantidade de gordura saturada aumenta porque as carnes liberam a substância.
A pesquisa sugere que o óleo seja utilizado por, no máximo, seis dias em estabelecimentos de perfil semelhante ao da pesquisa. “Até esse prazo, a degradação não estava crítica”, diz.
NORMAS – O Brasil ainda não tem lei sobre descarte do produto, por isso, não há punição sobre os quase 1 milhão de bares e restaurantes do país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, porém, elaborou 10 recomendações contidas no Informe Técnico Nº 11/2004, entre elas, filtrar o material e jogá-lo fora se surgir espuma ou fumaça.
A professora Wilma Araújo, orientadora da pesquisa, defende a criação de um modelo de estudo para, assim, chegar a uma legislação. “Há vários fatores que interferem no processo de fritura, o ambiente onde se está, o volume, o tipo de fritadeira”, esclarece. Mas Wilma faz uma ressalva. “Não é possível ser muito rigoroso, senão as empresas não vão conseguir acompanhar.”
Na falta de regras, os restaurantes fazem o descarte a partir de suas próprias avaliações. Gerente de um restaurante no Plano Piloto que serve quase 250 refeições diárias, Osnir da Silva Santana, 30 anos, afirma trocar diariamente o óleo das fritadeiras, com capacidade para 24 litros. “Temos que usar óleo novo senão a cor de alguns pratos fica diferente”, afirma.
Em outro estabelecimento, também no Plano Piloto, o prazo é de três dias para óleo usado em batata frita. “Não tem como trocar todo dia, é inviável financeiramente”, diz o gerente João Cotrim, 44 anos. O local tem recipientes diferenciados para fritar alimentos à milanesa e, nesse caso, a renovação é quase diária. “Porque suja muito”, justifica Cotrim.
ORIGEM – O ideal, diz Mendonça, é usar o óleo pelo menor tempo possível e fritar alimentos de origem animal e vegetal em panelas diferentes. Isso evita que a gordura saturada da carne contamine outros alimentos, além de aumentar a vida útil do produto. “O óleo em que se frita somente batata, mandioca ou couve-flor dura muito mais se não for misturado com carne”, afirma.
Peixes devem ter um tacho separado para um alimento não ficar com o gosto do outro e empanados também. A farinha queima e faz o óleo degradar mais rápido.
Embora o estudo tenha como foco os restaurantes, Mendonça diz que as regras valem para residências. “Uma única fritura já diminui a qualidade do óleo. Em casa, como a quantidade é pequena, é possível usar um único dia”, diz.
ÓLEO DEGRADADO: Ao ser despejado na panela limpa, o óleo novo tem no máximo 0,3% de ácido oléico. Os EUA admitem a utilização até o produto atingir 1% do ácido.
REPOR NÃO ADIANTA: O restaurante 4 repôs 17 litros de óleo, os estabelecimentos 1 e 3 adicionaram 5 litros, e o restaurante 2 colocou 2 litros a mais. “Logo após a adição, a qualidade melhora, mas no dia seguinte, o óleo novo já havia se degradado”, diz o pesquisador. Os locais entrevistados utilizavam fritadeiras de 30L e 40L.


AS 10 RECOMENDAÇÕES DA ANVISA:



1. aquecer o óleo a no máximo 180ºC

2. fritar por períodos longos, evitar usar várias vezes em períodos curtos

3. deixar a fritadeira parcialmente tampada quando ligada e sem alimento

4. evitar completar óleo velho com novo

5. armazenar óleo usado tampado e longe da luz

6. filtrar o óleo após o uso7. jogar fora quando tiver espuma ou fumaça

8. usar fritadeiras com cantos arredondados para não acumular sujeira

9. descartar fritadeira quando amassada, riscada ou descascada

10. não descartar o óleo na rede pública

domingo, 12 de abril de 2009

CANELA NA DIMINUIÇÃO DE P.A .

Objetivo: Muitos agentes (nutriceuticos, nutrientes e drogas) que controlam a glicose sanguínea diminuem a pressão arterial. Recentemente foi reportado que a canela tem o potencial favorável no sistema glicose-insulina. O presente estudo avalia os efeitos de uma dieta com canela na pressão sistólica e a variação glicose-insulina em ratos hipertensos.

Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.

Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.

Conclusão:
A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.


C l i n i c a l C a r e / E d u c a t i o n / N u t r i t i o n

CANELA NA DIMINUIÇÃO DE P.A .

Objetivo: Muitos agentes (nutriceuticos, nutrientes e drogas) que controlam a glicose sanguínea diminuem a pressão arterial. Recentemente foi reportado que a canela tem o potencial favorável no sistema glicose-insulina. O presente estudo avalia os efeitos de uma dieta com canela na pressão sistólica e a variação glicose-insulina em ratos hipertensos.

Método: Foi realizado uma serie de 3 procedimentos SR eating foram tratado ratos comeram 1 dieta com glicose e outra que continha glicose com uma quantidade variada com canela, extrato de canela e or chromium. Foram avaliados peso corporal, pressão arterial sistólica (P.A.S), exame hematológico e bioquímico e foram realizados 3 a 4 semanas.

Resultado: Dietas ricas em açúcar (sucrose) foram associadas com insulina resistência e aumento da PAS. A adição de canela (8% w/w) reduziu a PAS em ratos que comiam a sucrose containing diets to virtually the same levels as SRH consuming non sucrose containing (only starch) diets. A presença de canela na dieta também diminuiu a PAS do SHR consumidor da dieta da que não continha sucrose, sugerindo que a canela reduz a PA, tanto dos que consumiam quanto os que não consumiam o açúcar. Os efeitos da canela na PAS tendem a ser dependentes. A canela não reduziu níveis de glicose sanguínea, mas diminuiu a concentração de insulina circulante. O extrato aquoso de canela também diminuiu a PAS e níveis de fructosamine circulante.

Conclusão:
A canela é usada para dar tempero e sabor para as preparações de comida, mas também tem benefícios no metabolismo da glicose e na regulação da PA. A regulação da PA não é somente influenciada favoravelmente por limitar na dieta uma quantidade de substancia que tenham efeito negativo na PA e na função da insulina, mas como também na adição na dieta de substancias benéficas como a canela tem.

Alimentação – importância em um treinamento

O impacto da nutrição na performance física dos adeptos de práticas esportivas e de atletas em geral é um tema de discussão histórica no meio científico. Desde que o homem é homem, e conscientizou-se de tal condição, ele encontrou na alimentação a forma de suprir suas necessidades energéticas e a chave para se sair melhor nas tarefas que lhe são designadas, entre elas a própria sobrevivência. Mesmo sem o respaldo da ciência no passado, o homem, através da experimentação e do bom-senso, criou suas próprias regras de alimentação.

QUALIDADE X QUANTIDADE

Os indivíduos não são iguais. Além de apresentarem características físicas particulares, em conseqüência da genética, ainda possuem rotinas diferentes e, no caso do esporte, nível de condicionamento físico e metas estabelecidas discrepantes, fatores que dificultam uma padronização das necessidades alimentares. Entretanto, algumas regras são básicas a todos, sendo atletas ou não.

"O atleta, diferente do indivíduo comum, deve ter em mente que sua principal preocupação em relação à alimentação é com a qualidade do que se come. Comparemos o corpo com um carro de Fórmula 1. Se colocarmos gasolina comum em um carro desses, ele se movimentará como qualquer outro carro, mas não atingirá o máximo de sua potência, pois para isso precisaria de um combustível mais potente. O mesmo acontece com o corpo humano”, define Antônio Herbert Lancha Júnior, doutor em nutrição esportiva e professor titular da Escola de Educação Física, esporte e Saúde da Universidade São Paulo, USP.

Os corredores que estão preocupados com a performance devem ser muito mais rigorosos e disciplinados do que aqueles que visam apenas saúde e bem-estar “A importância da alimentação é diretamente proporcional à complexidade da meta que o atleta tem. Se for manter a saúde, ele ainda tem uma folga e pode sair da linha de vez em quando. Se for correr uma maratona, tem obrigação de seguir à risca a dieta, senão seu desempenho deixará a desejar”. Para Lancha, se o atleta não estiver respeitando um dos três pilares que compõem o treinamento, estará comprometendo toda sua preparação. "Alimentação + descanso + treino devem ser respeitados, pois têm a mesma importância no resultado final: cada um contribui com um terço, ou seja, 33%. São totalmente interdependentes", explica o doutor em nutrição esportiva.

Você sabe que não está se alimentando bem quando:

1) O rendimento cai. O corredor fica visivelmente mais cansado, perde o pique e fica mais suscetível a resfriados e doenças infecciosas, como viroses. Isso porque ocorre a imunosupressão, ou seja, uma baixa no sistema imunológico do corpo, enfraquecendo-o por completo
2) Sente dores musculares constantemente
3) Fica com fadiga crônica. Ou seja, mesmo depois de uma boa noite de sono sente-se cansado
4) Ganha peso.

A NUTRIÇÃO NO DIA-A-DIA DO TREINO

- Não faça exercícios em jejum: para que o corpo se exercite, é preciso que ele esteja abastecido. O principal combustível necessário à atividade muscular é o carboidrato, que, relembrando, em forma de glicogênio muscular, permite a manutenção de trabalhos com carga. Quando o nível de açúcar circulante no sangue está baixo, o organismo não consegue manter a mesma eficiência física. Portanto, perde desempenho
- Hidrate-se sempre: Durante os exercícios, a produção de calor gera suor para que ocorra o resfriamento do corpo através da evaporação. Há perda de líquido. Além disso, a glicose necessita de moléculas de água para entrar dentro das fibras musculares
- Reponha as energias gastas logo após o esforço: Com a atividade muscular e o uso do glicogênio muscular na produção de energia, um hormônio regulador dos estoques de glicogênio está ativo, apenas esperando mais carboidratos para serem levados aos músculos. Sendo assim, o ideal é ingerir alimentos como pão, barrinhas de cereais, frutas, frutas secas imediatamente após o exercício ou até, no máximo, 2h depois.
- Atenção às proteínas: A reparação das fibras musculares, que se rompem com o exercício, é papel das proteínas. Por isso, a dieta deve apresentar alimentos como o leite, queijos, iogurte, carnes, ovos e leguminosas. Uma pessoa deve ingerir 1,4 – 2,0 g de proteína por quilo de peso corporal por dia.
- Respeite os horários das refeições: Eles devem ser determinados de acordo com as características individuais. Se o atleta possui mais que um período de treino por dia, ele pode necessitar de mais que seis refeições diárias; deve alimentar-se sempre próximo aos períodos de treinamento, etc. O recomendado é que devemos nos alimentar a cada 3h, para manter o metabolismo sempre em funcionamento.
- De olho na balança: Com quantidades maiores de proteínas e carboidratos, o atleta deve estar certo de que treina o suficiente para queimar seu combustível, fazendo jus ao que come. Evite frituras, carnes gordas, excesso de óleo nas preparações, requeijão, creme de leite e chantili, sorvetes e outros cremes doces e salgados. Inclua sempre hortaliças (folhas e legumes) no prato e frutas de sobremesa. Elas contribuirão para o fortalecimento do sistema imunológico, depreciado com a prática esportiva intensa.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

VOCÊ SE OBSERVA?

¨ Sente muitas dores na cabeça?
¨ Fraqueza ou desânimo?
¨ Insônia ou sono excessivo?
¨ Coceira nos olhos ou olheiras?
¨ Coceira ou zunido nos ouvidos?
¨ Alergias respiratórias?
¨ Aftas?
¨ Acne(Espinhas)?
¨ Celulite, estrias ou flacidez?
¨ Calor ou suor excessivo?
¨ Pele e cabelos secos?
¨ TPM, dores nas pernas?
¨ Alterações intestinais?
¨ Dificuldade no aprendizado?
¨ Irritabilidade?
¨ Urina muito ou coceira genital?
¨ Unhas trincadas e ressecadas?

A sua alimentação influencia nestes sintomas!

Sinais da Língua

Marcas de dentes na lateral: sinal de deficiências nutricionais, digestão prejudicada, função do baço fraca, provavelmente gerando gases e inchaço.



Rachaduras no centro: significa estomago fraco, e a digestão não está como deveria. Geralmente sensação de inchaço após ingestão alimentar ou queda de energia no meio do dia.



Marcas vermelhas: indica um stress emocional. Pode ser algo do passado mas que vem sendo trazido inconscientemente ou devido à presentes circunstâncias.



Inflamada (sore tongue): deficiência de ferro, B6 ou niacina.



Inchada e/ou com uma camada grossa e branca: indicação de muito muco no corpo ou falta de bactérias benéficas no corpo e possivelmente elevação de fungos.



Linhas horizontais, pequenas rachaduras: sinal de mal absorção, especialmente vitamina B, e falta de energia. Longo período de deficiência porque são marcas que demoram a aparecer.



Camada grossa amarelada: indica excesso de calor no intestino. Também significa deficiência de bactériasbenéfcas. Se a camada estiver no final da língua precisa avaliar o cólon. Seu intestino não deve funcionar como deveria.





Esteja sempre atento e diante de alguma dessas observações procure um Nutricionista.

Sobre os Adoçantes Artificiais

O adoçante além de ser um produto químico, possui algumas substâncias nocivas como: sacarina, aspartame, ciclamato monossódico, e etc, que são prejudiciais as nossas células, gerando obesidade.
Além de termos os mesmos receptores para açúcar na língua e no intestino, antes pensava-se que, ao ingerir algum tipo de carboidrato, o mesmo ao chegar no intestino, liberava-se insulina. Porém, as últimas pesquisas científicas mostram que ao colocar o alimento na boca já é liberado jatos de insulina, ou seja, como o adoçante tem um poder edulcorante muito maior que os carboidratos e açúcar, com o tempo causa R. I (resistência à insulina).
Daí surge obesidade central, com aumento da circulação de glicose livre no sangue, picos glicêmicos e mais R.I. (hipoglicemia).
E ainda, os adoçantes achatam as papilas gustativas, onde utiliza- se cada vez mais o produto e tem menos paladar tanto para produtos doces como sabor de alimentos.
O adoçante à base de Stévia é o "menos pior" pois é proveniente de uma planta.

A Nutricionista orienta retirar todo o adoçante, salvo para diabéticos, e quando for extremamente necessário adoçar (limonada suíça, maracujá), utilizar o mínimo de açúcar orgânico, açúcar mascavo ou mel.

Isso depende do estado nutricional, que deverá ser avaliado por um(a) Nutricionista, antes de alguma modificação na sua alimentação.


Dra. Flavia Rodrigues
Nutricionista